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Comerciante é agredido com socos, chutes e golpe de punhal durante roubo
Um comerciante de 42 anos foi vítima de roubo e agressões físicas em um bar localizado na Avenida Professor Roberto Frade Monte, no bairro Rios, tendo ele relatado que o autor teria utilizado um punhal para ameaçá-la, provocando um corte no pescoço.
De acordo com o comerciante, ele estava em seu bar quando o G.B.G.C., 20 anos, passou a afirmar que seu celular havia desaparecido dentro do bar, e por volta das 4 horas da manhã, o comerciante decidiu encerrar as atividades do estabelecimento, considerando que o telefone poderia ser encontrado posteriormente, entretanto, o suspeito afirmou que ele não fecharia o bar enquanto o aparelho não fosse localizado.
Quando o comerciante deixou o estabelecimento e entrou em seu carro com a intenção de retornar para casa, o suspeito também entrou no veículo e ocupou o banco do passageiro, impedindo sua saída, e na sequência, o autor passou a agredi-lo com socos na cabeça e chutes na região das costelas, vindo a sacar um punhal e o colocando contra o pescoço do comerciante, provocando um corte com sangramento intenso.
Mesmo ferido, o comerciante conseguiu se desvencilhar das agressões e sair do veículo, momento em que o suspeito ainda teria tentado puxá-lo de volta para o interior do carro, mas a vítima escapou e pediu socorro, correndo para longe do local, apesar de estar debilitada e cambaleando.
Após a fuga do comerciante, o suspeito deixou o local levando um celular que pertencente à vítima, além da chave do carro, sendo a vítima levada para sua casa pela Policia Militar, enquanto seu carro permaneceu estacionado em frente ao bar.
Por volta das 6h15, o comerciante retornou ao bar e percebeu que o carro já não estava mais onde havia sido deixado e horas depois recebeu a informação de que o veículo havia sido localizado na região dos Predinhos Novos.
O comerciante foi até o local e acionou novamente a Polícia Militar, e como não possuía uma chave reserva, precisou contratar os serviços de um guincho e de um chaveiro para conseguir acessar e remover o veículo.
Apesar do ferimento no pescoço, o comerciante não passou por atendimento médico, sendo o caso registrado como roubo e encaminhado ao setor de investigação.