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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Categoria: Gotas de Serenidade

GOTAS DE SERENIDADE

“A alegria matrimonial, que pode ser vivenciada mesmo no meio do sofrimento, implica aceitar que o matrimônio é uma combinação necessária de alegrias e fadigas, de tensões e repouso […]”. Papa Francisco, “Amoris Laetitia” sobre o amor na família, n. 126.

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“No matrimônio, convém cuidar da alegria do amor. Quando a busca do prazer é obsessiva, encerra-nos em uma coisa só e não permite encontrar outros tipos de satisfações”. Papa Francisco, “Amoris Laetitia” sobre o amor na família, n. 126.

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“O matrimônio é uma amizade que inclui as características próprias da paixão, mas sempre orientada para uma união cada vez mais firme e intensa”. Papa Francisco, “Amoris Laetitia” sobre o amor na família, n. 125.

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“Depois do amor que nos une a Deus, o amor conjugal é a amizade maior”. Papa Francisco, “Amoris Laetitia” sobre o amor na família, n. 123.

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“O ideal cristão, precisamente na família, é amor que, apesar de tudo, não desiste”. Papa Francisco, “Amoris Laetitia” sobre o amor na família, n. 119.

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“O amor confia, deixa em liberdade, renuncia a controlar tudo, a possuir, a dominar”. Papa Francisco, “Amoris Laetitia” sobre o amor na família, n. 115.

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“O amor convive com a imperfeição, desculpa-a e sabe guardar silêncio perante os limites do ser amado”. Papa Francisco, “Amoris Laetitia” sobre o amor na família, n. 113.

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“O outro não é apenas o que me incomoda; é muito mais do que isso”. Papa Francisco, “Amoris Laetitia” sobre o amor na família, n. 100.

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“A família deve ser sempre o lugar em que uma pessoa que conquista algo de bom na vida, sabe que vão com ela se alegrar”. Papa Francisco, “Amoris Laetitia” sobre o amor na família, n. 111.

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“Se aceitamos que o amor de Deus é incondicional, que o carinho do Pai não se deve comprar nem pagar, então poderemos amar sem limites, perdoar aos outros, ainda que tenham sido injustos para conosco”. Papa Francisco, “Amoris Laetitia” sobre o amor na família, n. 108.

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