Ir para o conteúdo

quinta-feira, 19 de maio de 2022

Artigos

Vivenciando Canções e Poesias

Viver e não ter a vergonha de ser feliz, mesmo que haja decepções ao conhecer as manhas e as manhãs, e o sabor das massas e das maçãs.
A vida vai nos ensinando que colhemos o que semeamos, e muitas vezes o fruto amargo ou insípido é apenas consequência do nosso plantio. Ela nos ensina também que é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, pois na verdade pode ser que não haja.
A verdadeira felicidade…alegria…, quanto custa? Onde encontrar?
Quando conseguirmos dar valor às “coisas desimportantes”, apreciarmos mais insetos que aviões, prezarmos mais a velocidade das tartarugas que a dos mísseis, a felicidade ficará tão alegre que irá morar no nosso quintal.
Devemos recriar nossa vida, sempre… sempre…!
Ajuntar pedras e fazer poemas, pois só depende de nós que o circo esteja armado, que o palhaço esteja engraçado, que o riso esteja no ar. Temos que parar mais pra escutar a própria voz, e dançar na chuva de vida que cai sobre nós.
Quem sabe faz a hora não espera acontecer, e está mais que na hora de começarmos a viver um novo tempo apesar dos perigosos, da força mais bruta, da noite que assusta, pois estamos na luta pra sobreviver.

 

Erika Borges, cronista e escritora
autora do livro Crônicas e Reflexões
da Vida, membro do Coletivo RELIARTES
(Rede Literária Independente e Artes)

Compartilhe: