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Síndrome de Burnout
Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Esta síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, dentre outros. Traduzindo do inglês, “burn” quer dizer queima e “out” exterior.
A Síndrome de Burnout também pode acontecer quando o profissional planeja ou é pautado para objetivos de trabalho muito difíceis, situações em que a pessoa possa achar, por algum motivo, não ter capacidades suficientes para os cumprir. Essa síndrome pode resultar em estado de depressão profunda e por isso é essencial procurar apoio profissional no surgimento dos primeiros sintomas.
A Síndrome de Burnout envolve nervosismo, sofrimentos psicológicos e problemas físicos, como dor de barriga, cansaço excessivo e tonturas. O estresse e a falta de vontade de sair da cama ou de casa, quando constantes, podem indicar o início da doença. Os principais sinais e sintomas que podem indicar a Síndrome de Burnout são:
Cansaço excessivo, físico e mental, dificuldades de concentração, sentimentos de incompetência, dor de cabeça frequente, alterações no apetite, sentimentos de fracasso e insegurança, alterações repentinas de humor, alteração nos batimentos cardíacos, insônia, negatividade constante, isolamento, dores musculares, pressão alta, sentimentos de derrota e desesperança, fadiga e problemas gastrointestinais.
Ministério da Saúde
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Endometriose
A endometriose é uma doença caracterizada pelo desenvolvimento e crescimento de estroma e glândulas endometriais (partes do tecido que reveste o útero internamente) fora da cavidade uterina. Esse deslocamento do tecido pode provocar uma reação inflamatória crônica, com taxa de prevalência estimada entre 5% e 15% das mulheres em idade reprodutiva.
As causas da endometriose ainda não são completamente conhecidas. A literatura aponta hipóteses que envolvem fatores genéticos, hormonais e imunológicos, bem como a possibilidade de menstruação retrógrada — quando o sangue menstrual, em vez de sair do corpo, reflui pelas tubas uterinas em direção à cavidade abdominal.
A endometriose pode se manifestar de diferentes formas, sendo os principais tipos: endometriose peritoneal superficial, endometriose ovariana (endometrioma), endometriose infiltrativa profunda.
A classificação leva em conta a localização e a profundidade do tecido endometrial fora do útero.
Sintomas
Entre os principais sintomas associados à endometriose estão: dismenorreia (cólica menstrual intensa), dismenorreia (cólica menstrual intensa), dor pélvica crônica, dor pélvica crônica, dispareunia (dor durante a relação sexual com penetração), dispareunia (dor durante a relação sexual com penetração), infertilidade, infertilidade, queixas intestinais e urinárias com padrão cíclico e queixas intestinais e urinárias com padrão cíclico.
A endometriose interfere em diversos aspectos da vida da mulher, incluindo saúde mental, vida sexual, relações pessoais, trabalho e renda. Reconhecer esses impactos é fundamental para o manejo integral da doença.
Ministério da Saúde