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quinta-feira, 05 de agosto de 2021

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Rumo à 58ª AG CNBB: Descubra o que compete à uma Assembleia Geral dos bispos do Brasil

Desde 2011, os encontros acontecem no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, em Aparecida (SP), e reúnem cardeais, arcebispos, bispos diocesanos e auxiliares, coadjutores, além dos bispos eméritos e representantes de organismos e pastorais da Igreja que são convidados.
Segundo o Estatuto Canônico e o Regimento da CNBB, a Assembleia Geral é o “órgão supremo da CNBB, expressão e realização maior do afeto colegial, da comunhão e corresponsabilidade dos Pastores da Igreja no Brasil”, e tem a finalidade de realizar os “objetivos da CNBB, para o bem do povo de Deus” (art. 27). E, para fazer “crescer a comunhão e a participação” (art. 28).
Sobre os assuntos abordados nela, o Documento indica que “a Assembleia Geral trata de assuntos pastorais de ordem espiritual e de ordem temporal e os problemas emergentes da vida das pessoas e da sociedade, sempre na perspectiva da evangelização” (art. 29).
O regimento atribui ainda ao Conselho Permanente, órgão de orientação e acompanhamento da atuação da CNBB e dos organismos a ela vinculados, a incumbência de “determinar a pauta para a Assembleia Geral” (art. 90). Em 2018, por exemplo, a 56ª Assembleia Geral trouxe como tema central “Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil”. Realizada em Aparecida (SP), de 10 a 20 de abril de 2018, seu texto do tema central percorreu um longo caminho.
Participam com direito à voz e voto todos os bispos na ativa em todas das 278 circunscrições católicas no Brasil. Os eméritos também participam sem direito ao voto mas com capacidade de contribuir na reflexão sobre a caminhada da Igreja a partir de suas experiências. Um levantamento divulgado dia 26 de março deste ano pelo professor da PUC SP, Fernando Altemeyer Junior, aponta o número de 474 bispos católicos vivos, sendo 309 na ativa e 165 eméritos.
A cada 4 anos, acontecem as assembleias eletivas, nas quais o episcopado brasileiro escolhe nova presidência para a CNBB e para as Comissões Episcopais Pastorais que colaboram no trabalho de evangelização desenvolvido pela entidade.
Fonte: CNBB

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