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Reaprendendo a viver
Bom Dia Barretos.
No mundo atordoado que estamos vivendo, quando os nervos estão à flor da pele, e onde as explosões de fúria se fazem presente em todas as horas, temos realmente que reaprendermos a viver, ou seja, saber viver nesses tempos bicudos.
Todo cuidado com nossas colocações, bem como, com a maneira com que nos expressamos, pois por melhor que sejam nossas intenções, as mesmas frequentemente são entendidas como reprovações gerando reações intempestivas.
Vejam as mortes que a imprensa relatou na última semana, de agressões violentas e injustificáveis.
Dentro dessa linha de pensamento, e com as ressalvas necessárias, não posso deixar de lamentar a atitude do senhor Lula, que recém egresso da cadeia, procura incendiar o país conclamando o povo a sair às ruas como ocorrem no presente momento, no Chile e na Bolívia.
Pena, que o referido senhor, esqueceu de falar da revolta popular, violentamente contida na Venezuela, por seu companheiro de lutas esquerdistas.
Evitar o confronto, apaziguar os ânimos, fazer uma mea-culpa, pelos graves desvios ocorridos em seu governo, creio que seria mais proveitoso para ele e para o país, que tentar incitar o povo a atos violentos.
Precisamos reaprender a viver, para podermos absorver tais atitudes sem procurar revidá-las ou colocar mais alguns gravetos na fogueira que tentam acender. Imagina o que ocorreria em Barretos se a imprensa resolvesse, ir a fundo, nas investigações dos desmandos administrativos pelos quais a cidade está passando.
Talvez tenha sido esse o motivo que tem me levado a falar mais sobre temas genéricos, ou abordar temas da situação nacional, para não exacerbar mais a revolta do nosso povo, com tanta incoerência administrativa.
Creio que devemos deixar para o Tribunal de Contas e a Justiça as devidas apurações das irregularidades, como devemos relegar a um segundo plano as colocações do senhor Lula e focarmos mais no nosso trabalho, sem perdermos a fé e a esperança em dias melhores.
Reaprender a viver, é policiar mais nossos atos e nossas atitudes, porém, sem perdermos a coragem de abordar os assuntos, apenas evitando colocar mais uma pitada de revolta no espírito dominante. Reaprender a viver, não é, como os avestruzes, enterrar a cabeça na areia, para ficarmos alienados de tudo, mas termos a coragem, de com devido respeito, externar nossas opiniões, buscar o entendimento e onde possível borrifar água benta.
Que Deus permita seguirmos essa linha, com responsabilidade, coragem cívica e bom senso, linha para a qual quero convidar nossos amigos e nossos seguidores.
Bom Dia Barretos.