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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Artigos

“Quando a única coisa que vemos é nossa dor, não conseguimos enxergar Deus!”

Quantas vezes nos deparamos com situações conflitantes, sejam em nossa vida ou na vida de pessoas próximas a nós? Muitas vezes nos achamos imersos em problemas que desafiam nossa confiança e esperança em Deus. No entanto, “quando a única coisa que vemos é nossa dor, não conseguimos enxergar Deus…”. De fato, há momentos em que o peso de nossos fardos, as dores de nosso coração, as tristezas e angústias da vida, acabam por ocupar o centro de nossas atenções e o que conseguimos ver é apenas o rastro doloroso que deixam e nada mais.
Quando o desespero toma conta de nós, é extremamente importante a presença amorosa e amiga de pessoas que, estando de fora, porém não indiferentes, são capazes de enxugar nossas lágrimas, acalentar nosso coração e nos recordar que, por mais escura que uma noite pareça, sempre haverá um novo amanhecer, trazendo luz, cor e esperança; que sempre haverá um caminho e uma alternativa; sempre há um Deus providente capaz de nos surpreender. 
E assim, veremos que as dores jamais serão suficientemente maiores que o amor de Deus; que as quedas da vida jamais serão suficientemente grandes que as mãos de Deus não nos possam alcançar e levantar e que não há lágrimas suficientemente capazes de lavar nossa alma que não a carinhosa e afável presença de Deus. 
Do mesmo modo, quando a dor nos submeter, não hesitemos em logo nos aconchegar no colo de Deus, nos achar num abraço amigo e assim veremos que, no mundo, jamais seremos sozinhos se cultivarmos a fé e boas amizades.
 
Fernando Felix Rabelo
Seminarista
 

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