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segunda-feira, 21 de junho de 2021

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“Projeto Laudato Si: reflorestando o cerrado” da Diocese de Balsas (MA) pretende plantar 8 milhões de árvores em 8 anos

Inspirada na segunda Encíclica do Papa Francisco, “Laudato Si, sobre o cuidado da Casa comum”, a diocese de Balsas (MA), que faz parte do Regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), deu início no dia 22 de abril, a um projeto de reflorestamento de áreas degradadas no cerrado.
O “Projeto Laudato Si: reflorestando o cerrado”, lançado no mesmo dia em que ocorreu a abertura da Cúpula do Clima nos Estados Unidos, prevê a produção de 8 milhões de mudas de árvores nativas do cerrado, as quais serão plantadas nas 19 cidades que fazem parte da diocese de Balsas ao longo dos próximos 8 anos.
Para esta missão, Dom Valentim Fagundes de Meneses, que chegou a região há sete meses, vai contar com a parceria do Campus da Universidade Estadual do Maranhão em Baldas, a Universidade Federal do Maranhão e do Instituto Federal de São Raimundo das Mangabeiras, na implantação de Viveiros voltados à produção das mudas de espécies arbóreas nativas do Cerrado ou que se adaptem às condições deste bioma.
“Nós precisamos resgatar a cultura do plantio. A cultura de fazer com que a semente tenha o direito de realizar a sua missão de ser árvore. Precisamos cuidar da vida, o planeta está ameaçado. Nós precisamos começar por nós. Aonde podemos interferir no planeta, na terra? A partir do lugar onde estamos”, destacou o bispo.
De acordo com a diocese, o plantio de árvores traz muitos benefícios para o meio ambiente e para as pessoas, como a manutenção da umidade do ar; a regularidade das chuvas; a diminuição da poluição sonora; o fornecimento de sombra e alimentos (frutos/sementes), bem como produtos para inúmeros usos, como medicamentos, fibras, madeira, látex, resinas e pigmentos, enfim, melhorias para a vida futura de muitas comunidades das cidades envolvidas neste projeto.
“Somos, pois, corresponsáveis pela manutenção e pela promoção da vida, neste caso, por meio do plantio das árvores”, salienta um trecho do documento de lançamento do projeto.
Fonte: CNBB

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