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Presidente do CFM: honrando a classe médica e respeitado por uma legião de advogados lúcidos e responsáveis.
O Presidente do Conselho Federal de Medicina tem revelado, nos últimos dias, o espírito de verdadeira vocação para sua profissão de médico cirurgião e líder incontestável de uma congregação de mais de 550.000 médicos brasileiros.
A cada manifestação pública, o Dr. Mauro Ribeiro demonstra as razões de efetivamente conquistar a classe que lidera, mercê do enfrentamento sereno, com argumentação firme, isenta, neutra e bem fundamentada nos princípios do exercício ético da Medicina.
São dúvidas envolvendo a forma de conduzir e de tratar essa nova moléstia, “contaminada”, como nunca se viu, por interesses políticos/ideológicos, sem que se possa esconder conflitos de interesse nascidos em indústria farmacêutica abrangendo (infelizmente) médicos, participantes ou não de corporações diversas, inclusive de sociedades de especialidades.
Presidente, sempre firme e sereno, ao deparar com o turbilhão de “politização” de condutas técnicas no enfrentamento da pandemia, que começou “tímida” e foi crescendo gradativamente, abrangendo figuras políticas, um exército de jornalistas ativistas em torno de ideologias abraçadas, visando a busca de poder, assim como figuras das áreas governamentais do Parlamento e do Judiciário.
Esse turbilhão se encorpou no decorrer da pandemia, sendo dominado pela postura verdadeiramente profissional e exemplar dos médicos e paramédicos das trincheiras do atendimento e, aos poucos, sendo desvanecida por conta da seriedade desses profissionais, a todo tempo, procurando trabalhar pelas diversas formas discutidas, e valendo-se de suas autonomias garantidas pelo CFM.
Como se configuraram ridículas certas práticas? A maior das quais, a tal de CPI no Senado, sobre o assunto. Nesse instante, avizinha-se a apresentação de um relatório, certamente vicioso, desonesto e inconfiável, fruto de uma das maiores vergonhas assistidas em ritmo de “novela” por milhões de brasileiros.
Enquanto hoje, uma legião de quase mil advogados assinam um manifesto em apoio à conduta do Presidente Mauro Ribeiro, especula-se a ridícula proposta que, segundo vazamento, terá como um dos objetos questionar a postura dessa figura respeitadíssima pelos liderados médicos, pelos referidos advogados e, com certeza, pela maior parte dos segmentos da Sociedade Brasileira.
E um paradoxo interessante: enquanto advogados, que como profissão tratam de buscar situações de direito e de justiça, respaldam a governança do Presidente do CFM, exatamente 3 senadores médicos, cujos péssimos gabaritos ficaram demonstrados ao longo da CPI, cometendo a injustiça de tentarem menosprezar o exemplar Conselheiro. Os perfis profissionais, ficaram marcados (negativamente) pela forma grosseira, grotesca e, no mínimo, mal educada, perante testemunhas depoentes médicos, médicas ou de outras profissões, destacando a “sonegação” de oitivas a médicos, inclusive, ao Presidente do CFM.
Por fim, o debate ridículo acerca de conduta médica no momento precoce ou inicial de doença, cai num vazio em que: quem acredita no seu valor irá valer-se de sua autonomia consagrada no preceito Ético, Bioético, Constitucional e preconizada desde 1964 pela Convenção de Helsinque, exatamente sobre essa questão.
Respeitando as outras posições, confesso que acredito, sempre acreditei e sempre preconizei a meus familiares, amigos e clientela fiel, entendendo que o tempo irá mostrar os benefícios. Mantenho a postura, ainda agora, em momentos que o “turbilhão” vai indo embora, lógicamente sem desvalorizar o trunfo atual da prevenção pelas vacinas. E sem cotejar uma coisa contra a outra, porque tratar e vacinar são atos somatórios, sinérgicos, adjuvantes e racionalmente usados, sem a ridícula discussão, mormente, por ativistas que não são médicos.
Parabéns, Presidente Mauro, nesse 18 de Outubro, comemorativo ao nosso dia.
Parabéns, meus outros colegas (advogados) respaldando o Presidente do CFM, parabéns à Medicina Brasileira colocando o Brasil na 4ª. posição dentre os países vacinadores, com presteza, competência e de forma modelar.
Dr. Fauze José Daher
Gastro Cirurgião/Endoscopista
Mestre em Ciências
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (Titular)
Advogado