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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

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Por que o brasileiro consome pouco mel?

Tratar o paciente exige empatia e disposição para um olhar mais profundo sobre a doença

De acordo com dados das associações do setor de apicultura, cada brasileiro consome menos de 2,5 colheres de sopa de mel a cada ano.
O brasileiro, comprovadamente, consome pouco mel para adoçar suas receitas, mesmo a especiaria sendo consumida pela humanidade há mais de 10 mil anos.
Mesmo assim, a quantidade consumida ainda ultrapassa a quantidade por pessoa que é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), se levarmos em conta uma dieta de 2 mil calorias por dia.
O consumo exagerado do mel também leva ao ganho de peso, entre outras coisas, assim como o açúcar, entretanto contém mais nutrientes que o açúcar branco.
Ambos devem ser evitados em excesso e no caso dos diabéticos, o consumo de qualquer um dos dois está proibido.
Mas, o mel ainda é considerado mais saudável que o açúcar da cana, ambos utilizados como forma de adoçar as mais diversas receitas, desde o cafezinho até os doces mais elaboradores.
O açúcar da cana passa por diversos processos químicos até chegar às milhares de mesas brasileiras e por isso é bem menos saudável.
O mel auxilia no aumento da imunidade, é uma fonte poderosa de antioxidantes e ainda possui vitaminas A, B e C que ajudam a proteger nosso sistema imunológico de gripes e resfriados, por exemplo.
Mas será que tudo o que encontramos no mercado é mel de verdade? Muitos melaços são vendidos como mel, enquanto o verdadeiro mel, extraído do árduo trabalho da abelha, é raramente encontrado em sua versão original.
Essa dúvida entre o mel verdadeiro e o mel “fake” faz com que os brasileiros busquem menos por essa opção nas prateleiras.

 

 

 

Dr. Jorge Rezeck Médico
no Hospital São Jorge e
Clínica Unique.
Membro titular da Sociedade
Brasileira de Clínica Médica.

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