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quarta-feira, 26 de março de 2014

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Papa Francisco celebrará Missa pela canonização de Anchieta

Papa Francisco celebrará, em 24 de abril, uma mssa na igreja de Santo Inácio de Loyola, em Roma, em ação de graças pela canonização do Beato José de Anchieta, religioso fortemente ligado à evangelização no Brasil e que será proclamado santo no dia 2 de abril, por meio de um decreto papal.
Nascido em Tenerife, nas Ilhas Canárias (Espanha), o jovem jesuíta desembarcou em solo brasileiro em julho de 1553, onde fundou junto com o padre Manoel da Nóbrega um colégio em Piratininga, que deu origem à cidade de São Paulo. Assim como Anchieta, Papa Francisco é membro da Companhia de Jesus, ordem fundada por Inácio de Loyola.
A beatificação de Anchieta foi feita por João Paulo II em 1980. O Papa Francisco também vai assinar decretos de canonização de dois beatos franceses que promoveram a evangelização no Canadá: François de Montmorency-Laval e Maria da Encarnação Guyart.
 
Segundo os bispos, a visita do Papa à Coreia do Sul será providencial para toda a Ásia
“O Papa Francisco chega num momento importante, favorável em certa medida, não apenas para a Igreja e a sociedade coreana, mas para toda a região asiática. Estou convencido que o papa é um apóstolo da paz, capaz de aplacar os ânimos e acalmar as tensões do momento presente”, afirmou Dom Peter Kang U-il, bispo de Jeju e Presidente da Conferência Episcopal Coreana, na sequência do anúncio da visita do Santo Padre à Coreia do Sul. 
O prelado disse que estava convencido de que os resultados mais relevantes desta visita irão afetar a área da evangelização. “Não tenho alguma dúvida: a visita renovará a mensagem cristã no país. O papa não é esperado apenas pelos católicos, mas por toda a sociedade. As pessoas admiram o Santo Padre e creio que a sua presença aqui fará bem a todos, não apenas à Igreja”. 
O bispo ainda disse que a espera é grande porque o papa levará uma mensagem de paz num país dividido e que vive em tensão por mais de 60 anos. “Sabemos bem o que acontece no Norte”, sublinhou o prelado, “mas não podemos fazer nada”. O Papa Francisco, concluiu Dom Peter Kang U-il, “trará consigo uma mensagem de reconciliação dirigido às duas Coreias, bem como toda a Ásia e, em particular, o Japão e a China”.
 
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