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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Artigos

OS NOVOS RICOS E OS NOVOS POBRES

Mudanças substanciais em toda estrutura da sociedade aconteceu e vem acontecendo neste novo milênio que inicia. Alternâncias profundas que, não sei por que, estão passando imperceptíveis pelos estudiosos.
Procuro, numa analise aguda e profunda, raptar esses acontecimentos histórico e colocá-los em evidencia merecida.
Uma nova sociedade em que se encontra em processo de transição se estabelece. Houve alternâncias de poder econômico, sem necessariamente haver alternâncias de poder político.
Nascem os novos ricos provenientes do talento sem patrimônio. E, conjuntamente, nascem os novos pobres. Antigos aristocratas rurais. Este processo de alternância é um anátema histórico em que os dois fenômenos dão sinais simultâneos de existências sem confrontação de lutas de classes pregada por Marx.
Os novos ricos, ainda sem identidade e sem experiência política, confrontam com os novos pobres em processo de transição, depois das conquistas materiais em buscar de novas formas de poder. Ensaios bem sucedidos pelos novos ricos foram dados; porém, não se manteve. Os novos pobres, sem atual retaguarda econômica, ganhou uma sobrevida no poder devidas as filosofias de vida de seus ancestrais e por não existirem mais conservador do  que os antigos pobres, que estagnaram nas castas. Resistentes às mudanças, estes antigos pobres, optaram que para mim estivessem em processo de deterioração profunda pela ultima vez pelos novos pobres. Mas, sem retaguarda  econômica,  só com a filosofia de vida bem sucedida de sues ancestrais o poder não tem fôlego.
A luta entre os novos ricos e os novos pobres vão se mantiver apertadamente até passar este período de transição que se encontra. O que irá acontecer em médio prazo será a sacramentação do poder pelos novos ricos e a decadência irreversível dos novos pobres. É previsível também que a filosofia de vida de seus ancestrais entre também em processo de deterioração profunda.
Os novos pobres sem retaguarda econômica e com a evolução do  mundo moderno, onde suas filosofias de vida caducaram, parecesse categoricamente condenado ao fracasso permanente.
Este é o novo quadro que delineia. Mudanças no subsolo do poder que só ficará evidente com acontecimentos incontestáveis e  intransponíveis.
Esta nova sociedade terá um proletariado em ascensão, juntamente com evolução acentuada dos talentosos, sem patrimônio, e a decadência  novos pobres, pois o patrimônio a grande dádiva dos novos pobres, se deteriorou profundamente com o tempo.
 
JUAREZ  ALVARENGA ADVOGADO E ESCRITOR

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