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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Artigos

Os 10 países onde os cristãos sofrem mais perseguição por sua fé

Segundo informação do estudo da organização Open Doors (Portas Abertas) que foi apresentado no último dia 11 de janeiro em Madri (Espanha) os 10 países onde os cristãos sofrem perseguição extrema são: Coreia do Norte, Somália, Afeganistão, Paquistão, Sudão, Síria, Iraque, Irã, Iêmen e Eritreia. Em 41º lugar está o México e em 50º a Colômbia.
O estudo destaca também que um de cada 12 cristãos sofre uma grande perseguição, muito alta ou extrema por sua fé, no total dos 215 milhões de cristãos no mundo. Uma cifra que aumentou durante os últimos anos.
A lista Mundial da perseguição 2017, que inclui os dados desde o dia 31 de outubro de 2015 até a mesma data de 2016, foi apresentada na sede do Open Doors na Espanha, junto com a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre. 
O relatório foi realizado com pesquisa de peritos locais de 50 países e cataloga a perseguição segundo a pressão que os cristãos sofrem no âmbito privado familiar, social, eclesiástico e nacional.
A Coreia do Norte está liderando a lista mundial de perseguição pelo décimo sexto ano consecutivo por um “regime ditatorial sem precedentes em sua hostilidade” para os cristãos. De fato, é o país onde é mais perigoso ter uma bíblia, porque supõe “com quase total segurança o envio a um campo de trabalho forçado, em muitos casos não só a nível individual, mas para toda a família”. Também é onde é mais difícil ter um enterro cristão e onde os cristãos sofrem mais acusações de blasfêmia, pois não se ajoelhar ante as estátuas da família Kim é considerado como tal.  
Em países como Somália, Afeganistão, Iêmen e Maldivas, as autoridades e as tribos, famílias e clãs têm como responsabilidade pessoal matar o cristão caso o encontrem com uma bíblia.
Open Doors trabalha há mais de 60 anos a favor dos cristãos perseguidos por sua fé. A Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre apresentou em novembro de 2016 o seu relatório sobre a Liberdade Religiosa e coincide com o que foi realizado pela Open Doors nos países onde há uma maior perseguição.

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