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segunda-feira, 04 de março de 2024

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Os 10 Mandamentos da Lei de Deus não são só para os católicos

Apesar dos ateus, ou dos que vivem como ateus, Deus existe. Negá-lo é ingênua insensatez. Mas toda pessoa tem total liberdade de não crer. Porque crer é uma decisão pessoal, exclusiva do ser humano, que até Deus respeita. Livre-arbítrio. E se o próprio Deus, autor e dono de tudo, respeita, conclui-se que nós, porque criados à sua imagem e semelhança, precisamos também respeitar os que pensam diferentes.
No entanto, não há como negar que os Mandamentos foram dados a Moisés e estão aí já há cerca de uns 3.200 anos; que não são 3.200 meses ou só 3 mil dias… E queiram ou não queiram, se praticados por todos fossem ao longo desses milênios, a Terra já seria o Paraíso terrestre, um céu! Porque Deus sabe o que faz e o que ordena: Ele quer a felicidade plena do ser humano. Os 10 Mandamentos têm esse objetivo, essa finalidade.
Por isso eles são considerados normas de Direito natural, isto é, são válidos para todos, em qualquer lugar, em qualquer tempo e em qualquer século. A Lei de Deus é universal, é para toda a humanidade. É fácil comprovar. Tanto que a própria ONU – Organização das Nações Unidas – em 1948, proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, com 30 artigos que têm conteúdo equivalente ao Decálogo.
Por essa proclamação, todos os Estados-membros da ONU têm o dever e responsabilidade – infelizmente só na teoria porque a prática é outra – de promover o respeito a esses direitos e à Liberdade. “Fazei o Bem e evitai o Mal” (princípio presente em vários Livros do Antigo e do Novo Testamento, mas também na literatura universal laica) é a lei moral que Deus incutiu no DNA humano, ali incrustada.
Assim, percebemos que a exigência, de que os Mandamentos sejam obedecidos, não é só para católicos ou cristãos que os professam, mas para todos os integrantes de todas as nações em todos os séculos. É do Decálogo e da Declaração da ONU que decorrem os tratados, os acordos e as relações diplomáticas e empresariais entre todos os povos.

 

 

(Por: Diácono Lombardi)

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