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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Artigos

ÔMICRON

Bom dia, Barretos!
Notícia alarmante, a respeito de uma nova mutação do vírus da Covid, fez despencar as bolsas de valores, e conturbar o comércio local e exterior. Pior ainda, fez muitas pessoas reviverem o medo de tempos passados. O dólar subiu e a crise econômica se agravou. As conversas passaram a versar sobre a gravidade da chamada quarta onda e se previu milhares de mortes. Diante de quadro tão alarmante não poderia deixar de colocar aqui os pingos nos is. Primeiro não foram constatados casos de gravidade nos pacientes infectados pela nova variante e sim apenas quadros frustos. Não ouve relatos de mortes provocadas pela nova cepa. Sabe se que propaga mais rapidamente, mas por outro lado que tem uma virulência muito menor. Então porque esse quadro alarmante, que vem tirado o sono e o sossego da população. Claro que as medidas preventivas têm que ser tomadas, mas sem alarde e sem criar o pânico que estão criando. A quem interessa isso? Aos laboratórios que produzem vacinas ou àqueles que estão lançando remédios para combater a doença? Talvez aos especuladores que ganham dinheiro com a flutuação do dólar e das bolsas de valores. Não amigos, vamos passar nosso Natal em família, abraçar os entes queridos, rever os amigos sem medo de uma quarta onda que provavelmente não virá. Não vamos deixar essa onda de notícias alarmistas, estrague nosso Natal. No continente africano a população vacinada é muito pequena o que facilita a propagação. Aqui no Brasil já temos quase 80% da população vacinada, e mesmo que a cepa seja nova vamos ter uma imunização parcial. Quem tomou as vacinas pode sim pegar a doença, mas num grau leve, sem necessitar de hospitalização. A Europa está tendo uma nova onda porque grupos se opuseram à vacina e o inverno é muito rigoroso, mas mesmo assim o quadro não é alarmante. Pena que até hoje encontramos pessoas fazendo campanha contra a vacinação. Vamos completar a segunda dose, e quem já a tomou tomar a dose de reforço e vivermos em paz com a nossa consciência.
Bom dia, Barretos.

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