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sábado, 26 de julho de 2014

Artigos

O valor do trabalho

Em Suas parábolas, Jesus se refere constantemente ao trabalho humano: ao trabalho do agricultor, do pastor, do médico, do semeador, do servo, do administrador, do pescador, do comerciante, do operário, dos vários trabalhos das mulheres, além do trabalho dos estudiosos.
Sabemos que todo trabalho, quer seja manual, quer intelectual, é acompanhado pela fadiga, onde o cristão deve encontrar uma pequena parte da Cruz de Cristo e a aceitar da mesma maneira que Cristo aceitou a Sua Cruz, “com espírito de Redenção”.
Ao contrário de muita que vê o seu próprio trabalho com desprezo, como um castigo ou até como motivo de vergonha, o cristão deve ver no trabalho, um vislumbre da vida nova, do novo bem, como que um gozo antecipado – que também pela fadiga – um dia todos partilharemos.
Agradeçamos a Deus pela nossa profissão; procuremos nela desenvolver as nossas habilidades e peçamos ao Senhor, que inspire àqueles que em suas respectivas profissões, possam colaborar conosco na melhoria da vida de todos aqueles que sofrem, que precisam da nossa ajuda e dependem do nosso bom desempenho no trabalho.
Que o agricultor melhore a qualidade do fruto de seu trabalho; que o médico que examina, receita, opera. Faça-o com uma sabedoria divina; que as mulheres – alma de toda família – por meio de carinho maternal, dêem a todos que as cercam o ânimo e o entusiasmo que os cristãos precisam. São as aspirações que Deus deseja que tenhamos e que conseguiremos, com as graças da fadiga do “trabalho diário”, com as graças do amor a Cruz que assumimos.

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