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domingo, 13 de julho de 2014

Artigos

O testemunho das obras

Preocupar-se pelos demais, pensar nos demais, entregar-se aos demais, entregar-se aos demais, pensar nos demais, entregar-se aos demais, em sentido cristão se chama apostolado. O apostolado não é uma disciplina opcional para os cristãos nem um objeto de luxo que em absoluto se pode dispensar.
Mesmo que, segundo o papa João, não se precise expor a doutrina cristã, se nossa vida fosse autentica, nem seria necessário recorrer às palavras, se nossas obras dessem testemunhos.
Não devemos esquecer que o homem não se salva dos outros, so se salvara salvando. Diante do múltiplo trabalho que resta por fazer, convem lembrar o provérbio oriental: “Mas vale acender um fósforo do que maldizer a escuridão”. Ao invés de lamuriar-nos de que falta muito por fazer, ou de que os outros fazem pouco, façamos algo nos mesmos, ascendamos uma luz para dissipar as trevas.
O ditado “Salve-se quem puder” não é cristão.
Sem dúvida alguma, é preciso salvar-se em racismos, com os irmãos e pelos irmãos. Devemos salvar salvando, nos salvaremos. “Eis que a voz do sangue do teu irmão clama por mim desde a terra” (Gen 4,10). “As crianças reclamam pão e ninguém lhes dá” (Lam 4,4).

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