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terça-feira, 25 de março de 2014

Artigos

O sorriso

O rosto mais belo não costuma ser o mais bem configurado, o mais estético ou proporcionado, mas aquele que é frequentemente iluminado por um sorriso mais sincero.
Um sorriso é capaz de mudar centenas de planos, de dar alento a um coração prostrado, de transformar a dureza em condescendência.
Um sorriso faz com que a fronte se irradie, que os sulcos do rosto se tornem belos ao dilatar-se. Por conseguinte, o aspecto simpático do rosto não reside na beleza, mas na bondade que nele se estampa, no gesto de compreensão e ternura, que irradia tranqüilidade ao redor.
Passe por este mundo, espalhando sorrisos de compreensão ao invés de sinais carrancudos que não consolam; alegrias de sininhos de prata que tocam festivamente em seu interior e não chocalhos de monotonia, que arrastam rebanhos empoeirados.
Ofereça sempre e a todos o arco-íris de suas cores de graça e da graça das suas cores, e não a obscuridade das nuvens cheias  de tormenta.
“Pela graça de Deus sou o que sou, e a graça que ele me deu não tem sido inútil” (1 Cor 15,10). Também você pode afirmar, com o apóstolo, que é o que é por força da graça de Deus; a Ele tudo deve e sem Ele nada teria podido conseguir. Mas você terá que procurar imitar também o apóstolo na segunda afirmação que ele faz de si: a graça de Deus não pode ser estéril em sua vida; você terá que faze-la frutificar: graça consciente e graça crescente.

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