domingo, 25 de outubro de 2020

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O segredo é humanizar: como o foco no atendimento resultou em tanta evolução para o HSJ

Enquanto muitos centros de saúde têm como questão principal questões administrativas e o lucro acima de tudo, o Hospital São Jorge vem atuando, desde 1969, de forma diferenciada, em que todas essas questões são importantes, mas o que está acima de tudo é a experiência de seus pacientes. Os processos de humanização sempre foram parte entre os dois mais importantes da instituição, que são: disponibilizar amor e competência a todos que dependem do atendimento do local que, antes era conhecido como casa redonda e que hoje é um hospital com mais de seis mil metros de área construída.

Fundado por Uebe Rezeck, que até os dias atuais acompanha e participa ativamente das evoluções da organização, o Hospital São Jorge, tem em seu DNA o conceito de família. E hoje, além do ilustre fundador, dois de seus filhos: Lidiane Ávila Rezeck Affonso e Jorge Chade Rezeck, este último, inclusive, reafirma um pouco os valores do hospital. “Sempre prezamos a competência e alta performance em todos os atendimentos, mas oferecer carinho e dedicação em todos os tratamentos é o detalhe que faz toda a diferença, tanto no convívio interno de nossos colaboradores, como também no contato com os pacientes”, diz.

Jorge Rezeck também explica que, além dos processos de humanização, toda a diretoria e colaboradores também têm investido no conceito de que o hospital não é um lugar de tratar doenças, mas sim de promover a saúde. “Temos uma série de iniciativas voltadas para a manutenção da saúde e prevenção de doenças. Esperamos, cada vez mais, colocar as consultas, os cuidados com o nosso corpo em mente como uma rotina leve e agradável”, afirma. Para o médico e um dos diretores do HSJ, garantir uma experiência assim depende totalmente do cuidado e atenção dedicados aos pacientes. “Todos os colaboradores sabem, desde os processos seletivos iniciais, que além da competência técnica, nós exigimos o tratamento humano para tranquilizar e amparar pacientes em momentos ruins e receber carinhosamente e com disponibilidade em qualquer tipo de ocasião”, afirmou.
A Covid só escondeu os sorrisos…
Com a atual pandemia de Covid-19 que o mundo enfrenta e ao passo em que o convívio e contato físico são desaconselhados, novos desafios de atendimento surgem. “Nossos pacientes e seus acompanhantes nos trazem novas dúvidas e preocupações e nós precisamos ser a parte do equilíbrio, por isso nos importamos em informar sem alarmar e oferecer acolhimento sem necessariamente tocar. O sorriso de nossos colaboradores estão ali, apenas cobertos pela máscara para oferecer mais segurança a todos”, disse.
O médico ainda faz questão de reforçar que não é hora de descuidar da saúde e que mesmo consultas de casos não urgentes ou emergenciais precisam ser continuadas. “Oferecemos um ambiente seguro, pois enquanto falamos apenas de Covid-19, outras doenças estão atingindo gravemente a população pela falta de cuidados adequados.

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