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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Artigos

O Regime Militar, as lições do tempo e a mixórdia que nos submete hoje

Com experiência de vida no patamar dos setentas, vivi na minha juventude o chamamento dos militares para governar nosso Brasil. Posso dizer que é (e sempre foi) maliciosamente tachado de “ditadura militar” que hoje enxergo como uma forma covarde e revanchista de tentar iludir as novas gerações, denegando a verdade que fora um Regime Militar.
Aliás, gerações que têm suas cabeças moldadas e deformadas para uma visão critica esquerdista, do tipo que chamaria de “esquerdismo corrupto” conforme é esse defendido aí por “partidecos” inexpressivos.
“O tempo é senhor da razão….” conforme reza o ditado. Décadas pudemos passar, lutando e relutando em defender o chamado, pelos covardes, de “ditadura militar”, aquilo que na verdade foi um apelo maciço da população brasileira para assumirem e resgatar nossa pátria de um comunismo que já era, então, decadente. E o tempo mostra hoje quão importante foi aquele período ao se comparar com o quadro politico do Brasil no presente momento. A faxina, que foi o conjunto de medidas adotadas à época, bem como a qualidade administrativa do Brasil demonstram um contraste com a mixórdia do status atual de nossos comandos.
Não há necessidade de pormenorizar nem detalhar o elenco de providências que foram adotadas pelo tão necessário Regime Militar. Basta enfocar a crítica dos larápios esquerdistas apelando para a questão do sumiço de “guerrilheiros” da época, mas fazendo vistas grossas para a “pérola Dilmista” que confessadamente era uma guerrilheira com armas empunhadas. Essa podia….e atualmente possível ver quem verdadeiramente é.
A comparação se simplifica ao se mencionar hoje, o grau de corrupção, de distorção e inversão dos valores, do desastre aí colocado na conjuntura Jurídica do País, da bandidagem protegida e da deformação das cabeças das futuras gerações, sem falar da VERGONHA internacional por que passa nossa Pátria por conta de posturas evidentes de larápios a nos representar.
O contraste é evidente e permite nos tirar da timidez em defender o que vi, em minha juventude (1964 e mais), que de fato foi necessário e protetivo ao futuro de nosso Brasil.
Sim…vir agora defender, de peito aberto, um Regime (com erre maiúsculo) sem temor de enfrentar “caretas” simuladoras de desgosto ou decepções, exatamente por um tipo de gente que já começa a se envergonhar por esses momentos (seus) atuais.
Fica aqui um manifesto de orgulho por termos tido uma cúpula militar em 1964, em nada comparável com o fiasco do grupo que ora comanda nossos sempre valorizados militares de tanta tradição.
Como conservador, pensador de Direita, homem de Pátria, Família e fiel a Deus chego a ter algo em comum com abominados comunistas: a aversão ao Comando das Forças Armadas só que de tempos bem diferentes.
De minha parte, louvor às de 1964 e horror às dos tempos atuais.
A coragem de se posicionar acaba de ter um exemplo nacional de postura de nossos cidadãos: o 7 de Setembro de 2022 versus o 7 de Setembro de 2.023.
Não há como contestar…

 

 

Dr. Fauze José Daher
Médico-Cirurgião e Advogado
Ex Vereador Constituinte de Barretos (1988/92)

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