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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Artigos

O primeiro, o último e o Trono final

Ao iniciarmos um novo ano, renovando nossas expectativas que tudo melhore – é sempre assim nos inícios de anos – temos novas administrações federais e estaduais, novos dirigentes com suas promessas de que vão trabalhar muito em busca do bem comum. E nos esforçamos por acreditar, afinal o anseio por felicidade é inerente à natureza humana, por desígnio divino.
Só temos, no entanto, um Rei confiável, Senhor da História, que é cristocêntrica, mas um Rei que não veio ao nosso encontro, naquela noite em Belém, com toda sua glória, majestade, pompa e circunstância. Veio fraco, um bebê, sem berço, nascido de uma virgem pobre num abrigo de animais na periferia de um pequeno lugarejo desconhecido do mundo. Seu primeiro trono foi uma manjedoura, e por coroa, uma estrela.
Habitou no meio de nós, revelou-se como um Homem-Deus, na humildade, na solidariedade, fazendo o bem por onde passou… mas também denunciando sem medo os tiranos, os exploradores do povo, os maus políticos que apenas trabalham para seus próprios interesses grupais e particulares. Foi conduzido ao seu último trono na terra: a Cruz. Violentamente torturado, machucado, ensanguentado, nem parecia um homem. Com uma coroa, de espinhos. Um verdadeiro sacrifício de amor para abrir as portas da salvação a todos que quiserem seguir os seus ensinamentos, tornando-se seus seguidores.
Atualmente este Rei está em seu trono definitivo pois é eterno, vivo, coroado de glória e adorado, mas misericordioso como sempre, na espera de que todos entendam o projeto que Deus tem para a humanidade.
Assim começamos 2023, com otimismo, como convém, para que haja mais qualidade de vida para todos, com paz e prosperidade. No entanto, é bom não nos esquecermos: apesar de todos os dissabores que a vida nos apresenta, a verdadeira esperança está no seguimento deste Rei e de seu Evangelho.

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