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domingo, 14 de dezembro de 2014

Artigos

O PASSADO E O PRESENTE

Bom Dia Barretos. Como é bom termos lembranças agradáveis de nosso passado, pois é sinal de que praticamos o bem, amamos e ajudamos o próximo, fomos dignos e temos a nossa consciência em paz. 
Fico a imaginar como deve ser a consciência desses usurpadores, os corruptos que se apoderaram de bilhões e bilhões, dos recursos de nossas estatais, não para saciar a fome, mas para constituírem fortunas incalculáveis no exterior. O que pensavam da vida? Que bem recolheriam para si e para a sociedade acumulando tanto dinheiro em bancos de paraísos fiscais? 
Quem não se contenta como o que tem, nunca irá se contentar com nada. Passa a viver uma vida de frustração continuada, nada lhe satisfaz, não tem amigos nem planos para o fim da vida terrena. Nunca se preocuparam com o próximo, nunca ajudaram ninguém e a única preocupação foi acumular cada vez mais dinheiro no exterior. 
Talvez, agora que a casa caiu, tenham um pouco mais de tempo, para que dentro de um presídio, possam refletir sobre o crime praticado contra o País, a nossa sociedade, à sua vida e de seus familiares. Queira DEUS que possam se arrepender, e apesar de não mais poderem reparar o mal cometido contra todos nós, que foi muito mais que o dinheiro surrupiado. Foi a honra da nação maculada, o amor próprio do povo brasileiro ferido e as graves consequências para as empresas envolvidas. 
Que na reclusão em suas celas possam buscar salvar suas almas e se prepararem para a prestação de contas junto ao Criador. O juiz de nossa conduta na terra é a nossa consciência e é ela que vai nos julgar perante DEUS quando chegar nosso dia de prestação de contas. 
Chegamos a mais um final de ano. O Natal bate às nossas portas, e o presente que o País, a nação recebe desses malfeitores é a vergonha que nos lega com seus procedimentos. Apurar é preciso, muitas coisas ainda estão por aflorar, muita gente dita importante ainda aparecerá nos noticiários policiais, mas é preciso ir fundo nas investigações. É hora de mostrar que estamos entrando em uma fase de seriedade administrativa no País, que servirá para balizar o comportamento de toda uma sociedade. 
Quando estamos em paz com a nossa consciência podemos recordá-la de maneira gratificante, sem nada a temer e sem se preocupar com quem vai assumir ou não qualquer cargo e poder encaminhar ou não, mal feitos, para serem devidamente apurados. 
Como é bela a consciência que DEUS nos deu. Ela julga com perfeição e, até pune, pune levando as pessoas a sofrerem em vida, presos ao medo de ver vir à tona, o que praticaram de errado. Enquanto quem sempre praticou o bem, mesmo que tenha falhado alguma vez, por ser humano e, portanto não ser perfeito, nada teme e sua vida lhe presenteia com a tranquilidade dos justos. Pode contemplar o seu passado e dele se orgulhar, sem nada a temer e nada mais desejar do mundo, que não o respeito que merece pelos serviços prestados. 
Tem uma fabula que encaixa perfeitamente no que estamos escrevendo. Diz a fabula: “Um velho sábio chinês estava caminhando por um campo de neve quando viu uma mulher chorando e perguntou-lhe: – Por que choras? – Porque me lembro do passado, da minha juventude, da beleza que via no espelho, dos homens que amei … DEUS foi extremamente cruel comigo porque me deu memória. Ele sabia que eu ia sempre recordar da primavera da minha vida e chorar. 
O sábio ficou contemplando o campo de neve, com o olhar fixo em determinado ponto. A certa altura, a mulher parou de chorar e perguntou ao sábio: – O que estás vendo ai? – um campo de rosas … DEUS foi generoso comigo porque me deu memória. Ele sabia que, no inverno, eu poderia sempre recordar a primavera e sorrir. Aliás, meu irmão, DEUS não é bom nem mal. Ele simplesmente é justo e perfeito, faz justiça através de nossa própria consciência. Somos nós que vamos nos julgar perante o Criador e nós não conseguimos esconder nada de nossa consciência. 
Portanto, bem aventurados aqueles que têm a consciência tranquila em sua jornada terrena.
BOM DIA BARRETOS. 

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