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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Artigos

O Mundo Invisível é invisível, mas existe.

No livro Êxodo, de Moisés, 15:11, podemos ler: “Quem é semelhante a Ti, ó Senhor, entre os deuses!” (Espíritos muito evoluídos).

Ora, o mundo (ainda) invisível é uma realidade. Nele se encontram Jesus e Sua Divina Corte, com os quais devemos confraternizar para de lá trazermos os ensinamentos que precisamos para sobreviver. Esse é, por sinal, o magno propósito da Religião do Terceiro Milênio, antecipada no Templo da Boa Vontade, o Templo do Ecumenismo Divino, em Brasília, Brasil, cuja abrangente tarefa* visa permear o mundo material-religioso com o mundo espiritual-religioso, o mundo material-político com o mundo espiritual-político, o mundo material-científico com o mundo espiritual-científico, o mundo material-filosófico com o mundo espiritual-filosófico, o mundo material-artístico com o mundo espiritual-artístico, o mundo material-esportivo com o mundo espiritual-esportivo, e assim por diante.
Quero destacar que este relacionamento que estamos propondo entre o plano visível e o (ainda) invisível deve ser feito com o Mundo Espiritual Superior, e não com as regiões infernais, umbralinas, evidentemente.
Quais, por exemplo, as consequências de um político realmente saber que a vida continua após a morte do corpo físico? E, ainda mais, reconhecer que existem, no Espaço Superior, políticos capacitados a inspirar-lhe grandes decisões, sem lhe tolher o livre-arbítrio, pois o relacionamento será consciente? E, da mesma forma, para os religiosos, os filósofos, os cientistas, os economistas, os artistas, os esportistas etc.

José de Paiva Netto,
escritor, jornalista, radialista,
compositor e poeta.

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