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O julgamento e a condenação
O julgamento com a conseqüente condenação, tornou-se um vicio tão arraigado às vidas da maioria dos homens e mulheres do nosso tempo, que precisamos nos vigiar constantemente, para que não sejamos todos envolvidos nele.
É preciso que nos alertemos para o seguinte: se não nos cuidarmos, passaremos a julgar e a condenar, assim como a ser julgados e condenados por todo mundo.
Todos esses juízes, dentre os quais é fácil nos encontrarmos, têm o hábito de emitir os seus pareceres sobre as pessoas, sem base nenhuma, a não ser os seus próprios critérios. Daí, então, são comuns as expressões: “Você soube… é uma pena, mas só podia dar nisso… na minha opinião… é isso que dá… acho que ele fez isso… também, e a família?… E assim se sucedem os julgamentos e as condenações, como se todos fossem realmente pessoas ponderadas, senhores da verdade, pessoas diferenciadas: Os impecáveis!
O grande e maior mal do julgamento e condenação dos outros, é o fato de que são pecados aos quais Jesus reagiu veementemente. Além de ser um desrespeito à fragilidade dos irmãos, o julgamento com a conseqüente condenação, é uma usurpação de um direito eu pertence somente a Deus, pois que somente Deus pode julgar com justiça, o modo de ser de alguém.
Com mais sabedoria e maior espírito cristão, procuremos todos ser pacientes uns para com os outros, aceitando-nos e ajudando-nos mutuamente, afim de que formemos a fraternidade instituída por Cristo.