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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Artigos

O Dia das Mães de um “Novo Tempo”

Num mundo em que a as leis, as normas, as regras sociais se desatualizam por efeito das mudanças sociais com transformações muito rápidas, chega a aturdir os operadores do Direito diante das aberrações de regras desrespeitadas, impostas ou ditadas por verdadeiras posturas tirânicas, jamais esperadas acontecer.
Com gerações se forjando a cada 20 anos, à custa de mudança de paradigmas, costumes e formas de viver, contrastando com tempos em que as cabeças somente renovaram da 1ª. para a 2ª. Guerra Mundial.
Paradoxos incríveis acontecendo do tipo de Ivan Lins e seu parceiro criarem a conhecida música “Novo Tempo”, como protesto contra a Revolução de 1.964, alcunhada de Ditadura Militar, em idos de 1.980 e, há poucos dias, declarar-se orgulhoso dessa sua música “ter enfeitado” a visita do atual presidente Lula ao lado do líder da maior ditadura atual de Xi Jinping na China.
De fato, vivemos num mundo bem modificado…
“Apesar dos pesares…” um mundo em que permanece inerte, blindada e reinante a figura da Mãe, rainha e cerne da estrutura familiar. Aliás, valor que ainda subsiste à dureza imposta pelas mudanças rápidas dos costumes da sociedade moderna.
Mesmo que se criem ideologias mil, macabras ou não, no momento certo e crítico de cada cidadão, estará presente a figura da Mãe verdadeira.
Geradora ou não de prole, o espírito da maternidade sempre estará presente como uma inoculação na alma desse Divino atributo.
Um mundo em que o senso de maternidade avança na direção de situações e condições anômalas.
É o mundo em que vivemos. Diante disso, a data é comemorada universalmente, e como tal deve ser considerada a mais merecedora do gesto de amor e gratidão, cuja justificativa dispensa maiores argumentos.
Quantas datas foram criadas com interesse absolutamente comercial?
Mas esta, não.
Essa resiste ao tempo, à mudança dos perfis das gerações e como diz Ivan Lins devemos estar “mais vivos, estar na luta, ter a esperança acima da vingança, apesar dos castigos de toda a fadiga, de toda a injustiça, ficando marcados pra sobreviver. ”
Que as Mães de todas as naturezas sejam, nesse seu dia, abençoadas e resistentes aos malefícios das mudanças, como criaturas de Deus que somos.
Viva a maternidade!

 

 

Dr. Fauze José Daher
Médico/Cirurgião – Ex Diretor
Clínico da Santa Casa de Barretos,
Ex Presidente da Assoc. Paulista
de Medicina Regional e Advogado

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