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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Artigos

NAS SAUDADES E DESPEDIDAS

Há dias em que sentimos com mais intensidade o fardo da solidão.
À medida que nos elevamos monte acima no desempenho do próprio dever, experimentamos a solidão dos cimos e profunda tristeza nos dilacera a alma sensível.
Onde se encontram os que sorriam conosco no parque primaveril da primeira mocidade? Onde pousam os corações que nos buscava o aconchego nas horas de fantasia? Onde se acolhem quantos nos partilhavam o pão e o sonho nas aventuras do início?
Por certo se foram… Em torno de nós, há claridade, mas também o silêncio
Existe dentro de nós algum tipo de felicidade, mas igualmente uma grande saudade. Nossa voz grita sem eco e o nosso anseio se alonga em vão. Choramos, indagamos e sofremos…
Nesses momentos lembremo-nos do Senhor Jesus, que escalou o calvário de cruz aos ombros feridos. Ninguém o seguiu na morte afrontosa, a exceção de dois malfeitores constrangidos à punição em obediência à justiça.
O sacrifício da cruz é a mais bela lição de resignação que o Mestre nos legou
Sem nenhuma imposição conclamou-nos “Quem quiser vir após mim, tome a sua cruz, negue-se a si mesmo e siga-me”.
O que equivale a dizer que tomemos a cruz dos nossos sofrimentos com abnegação, e escalemos a montanha da ascensão espiritual confiantes naquele que nos fez o convite, JESUS DE NAZARÉ.
Autor desconhecido

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