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terça-feira, 16 de abril de 2024

Artigos

Liberdade, sustentabilidade, inovação e economia: 2024 é o ano do Mercado Livre de Energia no Brasil

A regulamentação de um novo cenário no Brasil amplia os caminhos para a consolidação do Mercado Livre de Energia, o MLE: pequenas e médias empresas que usam alta tensão (Grupo A) e pagam uma fatura de cerca de R$ 10 mil, agora podem escolher seus próprios fornecedores. Na prática, isso quer dizer que os consumidores podem negociar contratos diretamente com os geradores e comercializadores de energia. É uma possibilidade que se abre para mais de 200 mil empresas brasileiras atualmente.

Apesar do MLE existir no país desde 1998, só poderiam participar deste ambiente grandes indústrias, que tivessem uma demanda de mais de 500 kV. Com a atual abertura do mercado, os pequenos e médios empresários podem experimentar a liberdade e a flexibilidade de saírem do mercado cativo, em que só é possível comprar energia da distribuidora local. As vantagens são inúmeras mas, hoje, à frente de uma empresa que produz e vende energia renovável, posso listar as principais, a fim de que o maior número possível de empreendedores e comerciantes elegíveis para o MLE tenham conhecimento deste mundo de possibilidades.

Por Mikio Kawai Jr

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