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segunda-feira, 24 de junho de 2024

Artigos

Jornalismo no Brasil: o que já estava ruim continua decaindo a cada dia

Tem sido fato amplo ou generalizado a repugnância em assistir as redes abertas de televisão. No início relativo à Rede Globo, atualmente expandindo para todas as outras, nem mesmo escapando a jovem Jovem Pan, após recentes “mudanças”.
Dois fenômenos somando-se numa mesma direção (e ruim). A qualidade dos jornalistas da nova geração, tanto pelo nível precário de formação profissional, quanto à adoção de ideologias voltadas ao esquerdismo que é decadente no mundo todo. A democracia permite, porém, sem arraigamento e indiscrição.
Soma-se a isso, a falta de cultura e conhecimento da história universal e do Brasil, legando aos neófitos um lastro pequeno de poder raciocinar corretamente no âmbito sócio-político.
Outro fator, é o comprometimento das grandes Redes, exceção à Jovem Pan (hoje meio duvidosa), todas aglutinadas num consórcio que faz parte da elaboração de uma chamada Nova Ordem Mundial, cujos objetivos terminam por “escravizar” toda a sociedade fadada a fomentar riquezas restritas e pequeníssimos grupos que têm em comum o vício da ganância.
Indo aos detalhes. Tomando como modelo, ainda aproveitável, a Jovem Pan exatamente no aniversario de 1 ano, conseguiu perder 4 ou cinco jornalistas da mais alta competência e coragem de enfrentar as grandes questões nacionais. Ex típico do gabaritado Augusto Nunes. Ao mesmo tempo que nos faz “tolerar” (é o termo certo) jornalistas de ativismo escancarado e profundo do tipo de Amanda Klein, Fabio Piperno, Guga Noblat, Cesar Calejon, Leonardo Grandini, etc que não têm a mesma linha profissional de Diogo Phelps, esquerdista, porém, mantendo a postura profissional com bom senso. Não exerce um ativismo da forma dos demais.
Outra questão: está difícil conviver com repórteres que não conseguem exercer a função de narradores de fatos e se enveredam a comentar os fatos durante os seus momentos de atuação. Acho que isso desagrada inclusive os jornalistas comentaristas na bancada do debate.
Para piorar, repórteres com vícios posturais ao não aperfeiçoarem a dicção, ora envolvendo língua, ora lábios, ora a boca inteira, o que parece um detalhe, mas é a alma da arte de comunicação. Tudo isso sem considerar a manutenção de sotaques regionais, que não deveriam existir, aprimorando a neutralidade da pronúncia sem “privilégio” qualquer, muitas vezes enjoativos.
Outra questão é a discrição da postura, que deveria verdadeiramente esconder a “euforia” ideológica de cada um, muitas vezes perceptível nos mínimos detalhes. Exemplo recente, um repórter e uma outra que sofreram pressões diante de grupos de manifestantes que, insatisfeitos, deixaram claros seus descontentamentos de forma agressiva e até perigosa.
O que resta a concluir, é que felizmente crescem as redes sociais que passaram a concorrer pesadamente com as grandes redes de TV, permitindo que o cidadão se informe nos moldes de seus pensamentos ideológicos e façam juízo crítico mais aproximado da realidade ou da verdade.
Como solução, tem se usado o detalhe de subtrair o som durante a fala de determinados profissionais e aumentando quando se pode aproveitar alguma notícia.
Pode parecer engraçado, mas funciona…..

 

 

Dr Fauze José Daher
Médico / Cirurgião / Trabalho
Advogado

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