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terça-feira, 13 de abril de 2021

Artigos

Gentileza gera mais do que gentileza

Ciência mostra que quem pratica o bem para os outros pode viver mais

Em um mundo com cada vez mais exemplos de intolerância e ódio, saber que adotar o caminho contrário faz bem é um verdadeiro alento. Não porque as pessoas devam praticar o bem esperando benefícios, mas porque é genuinamente bom pensar que quem pratica a gentileza pode viver mais tempo e semear essas práticas é animador. A ciência, por meio de diversos estudos ao redor de todo o mundo tem comprovado exatamente isso.
Recentemente, a BBC Brasil, reuniu alguns destes estudos variados, que mostraram que pessoas que trabalham com voluntariado podem ter um risco 24% de morte prematura e menor risco de alto índice de glicose no sangue e inflamações relacionadas ao coração. No Canadá, alunos do ensino médio foram divididos em dois grupos e um deles deu aulas para crianças do ensino fundamental e tiveram níveis de colesterol e marcadores inflamatórios mais baixos na comparação com o grupo que ficou na fila de espera.
Já na Califórnia (EUA), participantes que praticaram a gentileza em atos simples, como comprar café para um estranho, tiveram genes leucocitários relacionados à inflamação funcionando em menor atividade. Os genes em questão têm relação com artrite reumatoide, câncer, doenças cardíacas e diabetes, entre outras doenças.
Pesquisadores dizem que, em um momento de pandemia, as atividades voluntarias precisam ser adaptadas para a segurança de todos envolvidos e que, não importa por onde você começa a ser gentil, mas que o importante é iniciar os atos de gentileza e sentir na pele os benefícios que isso fará muito mais a você do que aos outros.

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