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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Artigos

Frutos da vida

“Durante três anos procurei frutos nesta figueira e não os encontrei. Peço-lhe, pois que arranque a árvore daí, para que não ocupe lugar inutilmente”. Esta é uma citação feita por Jesus e narrada por Lucas. A figueira pode simbolizar cada um de nós. Encontramos, nessa passagem, um ensinamento sobre a severidade de Deus e um apela à conversão. Poderíamos dizer que Deus está sendo severo demais? Deus é muito carinhoso conosco, mas está zelando da nossa vida quando exige de nós, os frutos. Isto fica muito claro numa outra passagem do Evangelho quando Jesus diz de si mesmo: “Eu sou a videira, e vós, os ramos. Aqueles que permanecer unido a mim – como o galho ao tronco -, produzirá muito fruto. E nisso consiste a alegria do meu Pai”. (Jô, 15).  “Todo ramo que não produzir fruto, será cortado e lançado ao fogo” (Jô, 15). Deus não está exigindo nada de nossas forças. Devo apenas estar unido a Cristo. Os frutos são obra do Espírito Santo. Cumprir, – como uma obrigação, – os elementares deveres de um cristão, não é dar bons frutos. Dar uns miseráveis trocados a um esfomeado pedinte, não é dar bons frutos. Amar sem medida aqueles que nos amam, – não é dar bons frutos. Ao nos aproximarmos de Cristo, e percebermos a vontade de Deus; ao deixarmos o Espírito Santo agira através de nós, este é o caminho para que haja bons frutos em nossa vida. O Espírito é quem os produzirá.
Serão bons, e permanecerão para sempre, – pois serão conseqüência de uma vida de amizade com o Senhor, de um conhecimento do Senhor, da vivência do Evangelho do Senhor Jesus. Nestes tempos, devemos aproveitar para nos certificarmos se estamos realmente unidos a Cristo, e se isso não estiver acontecendo, que aproveitemos para nos convertermos, isto é, nos unirmos ao Senhor, para nos prepararmos para a grande festa dos cristãos, que é o Nascimento do Senhor Jesus. Esse nosso esforço, podemos ter certeza, agradará e dará muita alegria a Deus Pai, que nos que bons.

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