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sábado, 27 de novembro de 2021

Artigos

Facebook censura expressão “Glória a Deus” alegando discurso de ódio

Mais um caso de censura à fé na internet aconteceu recentemente com uma usuária do Facebook, Isa Deschamps, como publicado pelo site ChurchPOP. Ela relatou que ao tentar publicar a expressão “Glória a Deus! Aleluia!”, a rede social prontamente lhe enviou um alerta. A mensagem dizia: “É possível que este comentário não siga nossos Padrões da Comunidade”.
E explica: “Seu comentário está no Facebook, mas é similar a outros comentários removidos por não seguirem os nossos padrões sobre discurso de ódio”. Em seguida, aparece a opção de excluir o comentário ou ignorar a mensagem.
Surpresa com o ocorrido, a mulher postou em sua página um print da tela do alerta e escreveu: “Novas do Foicebook: Não podemos comentar: ‘Glória a Deis! Aleluia!’. Tentem escrever esta expressão aqui nos comentários para ver se acontece com vcs também…”.
Foi então que muitos outros usuários tentaram comentar o mesmo para ver se o “problema” persistia. E, de fato, muitos relataram também terem recebido a mensagem.
Bruna Carla Bezerra compartilhou um print após escrever a expressão: “Dezenas de outras pessoas também afirmaram ter recebido o alerta e expressaram indignação diante do fato. ‘Isa, cabe processo contra o face… Brasil é laico, e se o face quiser continuar no Brasil precisa submeter-se à nossa Constituição”, respondeu uma internauta.
A censura da rede social contra o Cristianismo e páginas católicas não é de hoje. Em 2017, o ChurchPOP noticiou que o Facebook baniu dezenas de páginas católicas pelo mundo.
Em abril de 2021, também postamos sobre a censura de uma foto de padres de batina pela mesma rede social pois “pode incomodar algumas pessoas”.
Infelizmente isto não é exclusividade do Facebook, o Instagram, pertencente ao mesmo grupo, também vem gerando controvérsias por sua censura “seletiva” nas mídias. Grandes personalidades e páginas católicas estão tendo o alcance reduzido e postagens removidas por “não seguirem as diretrizes da comunidade”.

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