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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Artigos

Estamos em cima da hora

Quando deixamos que o amor a Deus e aos irmãos seja uma maneira nova de vivermos, em substituição ao egoísmo, – a esse domínio tirânico do nosso próprio “eu” sobre nossas vidas -, estamos passando por um processo de conversão.
A abertura ao amor e ao serviço ao próximo, nos predispõem a deixar ressoar dentro de nós a mensagem cristã, a Palavra, o Evangelho.
Se observarmos, chegaremos à conclusão de que a surdez à pregação de Jesus: “Convertei-vos e crede na boa nova” (Mc 1,15), pode ser fatal para a humanidade.
A Jesus interessa a conservação e não o castigo, mas este, vem, como  conseqüência de nossas atividades egoístas, do orgulho de todos os homens.
Estão aí, na forma de degeneração da vida e das relações humanas: (o hetero e homossexualismo, a droga, a prostituição, a promiscuidade, o sub emprego, o terceiro mundo); na dificuldade de viver num mundo materialista (governantes sem escrúpulos, dirigentes e dirigidos voltados apenas para o lucro, para o logro, para o dinheiro).
Alguém quer castigos piores do que estes? Onde estão suas origens?
No coração humano que se recusa a converter-se:
São Paulo nos lembra que “o tempo é breve”…
Nada de adiar o momento da nossa conversão! Nada de deixar para depois, como se dependesse de nós determinar os tempos e os momentos reservados por Deus para nós.
Cada instante é tempo de conversão, é hora de deixar o próprio Deus acontecer em nós, e a caridade é o melhor caminho, a mais excelente virtude, para que passemos a viver essa vida de união ao Pai e aos irmãos.
O amor em plenitude, foi o distintivo da vida de Jesus e deve ser também da vida do verdadeiro cristão. 
E como é bom ter o coração pleno de amor!

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