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quinta-feira, 05 de agosto de 2021

Artigos

Equilíbrio emocional e espírito positivo devem prevalecer no final do ano

A psicóloga Monica Silveira, do Grupo São Francisco, ressalta que é importante encarar o período como o fechamento de um ciclo e estimular as projeções de futuro

As celebrações e festas de final de ano são o momento propício para as manifestações de desejos e revisão de tudo que foi vivido, mas é importante adotar atitudes visando o equilíbrio emocional e um espírito positivo.
De acordo com a psicóloga Monica Silveira, do Grupo São Francisco, que faz parte do Sistema Hapvida, é natural as pessoas fazerem um balanço no final do ano, mas diante de todo cenário vivido durante a pandemia deve ser priorizada uma atitude positiva.
“Se questionar sobre o que foi aprendido e fazer uma projeção do que se pretende no futuro. Apesar da força do inconsciente coletivo, que nesse momento pode estar numa vibração mais baixa, conscientizar-se dos seus processos pessoais, das superações alcançadas, evitando posições muito nostálgicas do tipo ficar pensando no que “não foi”, no que “não aconteceu”, no que “foi perdido” etc. Toda vez que uma porta se fecha, outras se abrem. É preciso disciplinar o olhar para essas perspectivas”, aconselha.
Monica observa ainda que, no período pós pandemia pode ser que haja uma tendência de manutenção dos momentos difíceis, o que vai exigir movimentos em busca do reequilíbrio do bem-estar psicológico.
“Acredito que essa dicotomia será ainda mais evidente nesse fim de ano. Sugiro focarmos na projeção do amanhã. Não ficar dando força às memórias, ao que passou. Usar o passado como um arsenal de conhecimentos: o que posso aprender com isso? O que essa perda me ensina sobre o hoje e sobre a vida?”, orienta.
A psicóloga do Grupo São Francisco aponta ainda que é importante viver os eventuais lutos, principalmente, os que envolveram a perda de parentes e entes queridos, mas que é importante buscar inspirações e valorizar o presente.
“Para quem perdeu familiares ou amigos, sugiro olhar essa perda como mais um sinal do quanto é importante vivermos o momento presente, valorizando o que realmente é essencial e revendo apegos desnecessários, já que não temos o controle de quase nada nessa existência. Se eu cheguei aqui viva é porque ainda tenho missões a cumprir, é porque meu tempo ainda me pertence e preciso assumir o comando disso para fazer valer cada luta, cada dificuldade superada”, conclui Monica.

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