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domingo, 23 de outubro de 2016

Artigos

EPIDEMIAS DE ONTEM E DE HOJE

Bom Dia Barretos. 

Antes de começar a falar sobre as epidemias que abalaram e ainda abalam a humanidade, quero pedir desculpa aos meus ouvintes e leitores, pelas três semanas que fiquei afastado desse convívio tão prazeroso. Ao longo da história, a humanidade teve parte de sua população dizimada pelas varias epidemias que se abateram sobre ela, tais como a peste bubônica ou peste negra, a cólera, a tuberculose, a varíola, a gripe espanhola, a ebola, o tifo epidêmico, o sarampo, a malária, a febre amarela, a poliomielite, a Aids, e mais recentemente, a Zika. Mas, creio que nenhuma dessas epidemias foi mais perniciosa à humanidade, que a epidemia que está grassando no presente século. Falo da epidemia da inveja, do ódio, do rancor, do inconformismo que passou a germinar no seio de nossa população, talvez tendo como principal agente difusor as redes sociais espalhadas pelo universo. 

Hoje, as críticas se sobrepõem ao reconhecimento, as vaias abafam os aplausos, e denegrir o próximo parece que permite aflorar o mesmo prazer mórbido que se sentia no Coliseu pedindo a morte dos cristãos. 

Pouco importava se o condenado à morte era um justo ou um pecador, o que se queria é ver sangue. Hoje se joga às feras não só o adversário, mas qualquer um que tem a infelicidade de cruzar em seu caminho com alguém que, entrincheirado atrás de um computador, sente o prazer mórbido de achincalhar seu desafeto. 

Pior ainda pune sem julgar, sem dar ao próximo o direito de defesa. Alguns minutos depois da postagem, uma leva de inconsequentes estará replicando ou repassando o WhatsApp recebido sem averiguar a veracidade e a procedência da notícia. O justo, o honrado, o honesto, o leal, o descente, o correto, muitas vezes, por despertar em alguém o nefasto sentimento da inveja e por não fazer parte de uma determinada patota, nem pertencer a uma determinada gang, quadrilha, máfia ou grupo criminoso qualquer, sofre as consequências dessas agressões gratuitas. 

Esta peste, pior que a negra, ainda não encontrou uma vacina ou um antídoto capaz de detê-la. Tal conduta faz um mal terrível para as pessoas atingidas, mas um mal muito maior para quem as produz. Nós somos fonte geradora e receptora de energias, que podem ser positivas ou negativas. 

Quando se deseja o bem ao próximo e se pratica o perdão, quando se ajuda os órfãos, os idosos, os doentes, quando estendemos as mãos às pessoas necessitadas, estamos em verdade não só praticando o bem, mas emitindo energias positivas, bem como, abrindo nossos receptores de energia positiva para captá-las do universo. Quando sentimos inveja ou ódio de alguém ou desejamos o mal a uma determinada pessoa, não só estamos gerando energia negativa como abrindo nossos receptores de energia negativa, para que as mesmas inundem nossas almas. Hoje cientificamente se prova que tais energias negativas podem se manifestar em nossos organismos como doenças. São às vezes doenças psicossomáticas, mas podem também se manifestar como doença física. Então, praticar o bem, o perdão, o amor ao próximo, mais que uma caridade, é evitar doenças para si e seus familiares, e se doente, buscar a cura pelo perdão e pelo amor.

 

BOM DIA BARRETOS.      

 

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