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segunda-feira, 24 de junho de 2024

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Em novembro, a Jornada de Oração e Missão pela paz da CNBB é dedicada aos cristãos martirizados em 2022

A Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que sofre (ACN) promovem, nesta terça-feira (1º), a Jornada de Oração e Missão pela Paz dedicada aos missionários e as missionárias assassinados em terra de missão em 2022.
O assessor da comissão, padre Daniel Rocchetti, reforça que cooperar na obra missionária vai além de ir e realizar a missão em terras estrangeiras, é também rezar pelos missionários e missionárias que largam tudo para evangelizar e pelos desafios da Igreja missionaria.
“Neste mês de novembro, quando nos recordamos aqueles nossos irmãos e amigos já falecidos – e rezamos por eles – somos também convidados a nos lembrar de tantos missionários e missionarias que, lá no território da Missão, faleceram. E muitos deles, martirizados e, como a obra de misericórdia, rezemos por cada um deles”, ressalta o padre.
O vídeo produzido para essa edição da Jornada de Oração e Missão relembra os muitos missionários mortos que derramaram seu sangue em terras africanas e asiáticas, latino-americanas e até no leste europeu.
“É uma das obras de misericórdia espirituais rezar a Deus pelos vivos e pelos falecidos. Que nossa oração agradecida pela vida de tantos chegue ao coração de Deus. E Ele, em sua misericórdia, faça gerar vida de novos cristãos naquelas terras de missão e, ainda, toque o coração dos muitos perseguidores”.
Irmã Luisa del Orto, missionária italiana no Haiti, martirizada no último dia 25 de junho
Padre John Mark Cheitnum, raptado junto com outro padre, em 15 de julho, e encontrado morto no dia 19, na Nigéria
Irmã Maria de Coppi, outra missionária italiana que, no Moçambique, foi morta na noite do dia seis de setembro deste ano
Irmã Marie-Sylvie Kavuke Vakatsuraki, da Congregação das Pequenas Irmãs da Apresentação de Nossa Senhora, religiosa e médica na República Democrática do Congo, que foi encontrada morta junto com seis de seus pacientes no dia 22 de outubro.

Fonte: CNBB Sul 1

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