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sábado, 18 de maio de 2024

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Doze promessas do Sagrado Coração de Jesus feitas em favor de seus devotos a Santa Margarida Maria

Ela foi um instrumento
A espiritualidade do Coração de Jesus tem vinte séculos, a idade da Igreja. Nasceu aos pés da cruz, quando o soldado romano atravessou o lado aberto de Jesus e, daquele coração rasgado, brotaram sangue e água, símbolos eloquentes dos sacramentos, da graça divina em nosso existir peregrino.
Santa Margarida Maria foi um instrumento que o Senhor utilizou para difundir o culto a seu Coração misericordioso, cheio de bondade e amor. Beatificando-a em 18 de setembro de 1864, e a canonizando em 13 de maio de 1920, a Igreja reconheceu ter sido Margarida Maria uma alma privilegiada dentro dos planos insondáveis da Providência Divina.
Ao inscrevê-la entre os santos, o papa Bento XV determinou que um dos altares da basílica de São Pedro, em Roma, fosse dedicado ao Sagrado Coração de Jesus.
São bem conhecidas dos devotos do Coração de Jesus as doze promessas que ele fez à Santa Margarida, pedindo que fossem propagadas:
1º – Darei aos meus devotos as graças necessárias para cumprirem os deveres de seu estado.
2º – Farei reinar a paz em suas famílias.
3º – Eu os consolarei em todas as suas aflições.
4º – Serei o seu refúgio seguro durante a vida e, sobretudo, na hora da morte.
5º – Derramarei abundantes bênçãos sobre os seus empreendimentos.
6º – Os pecadores acharão, em meu Coração, a fonte e o oceano infinito de misericórdia.
7º – As almas tíbias se tornarão fervorosas.
8º – As almas fervorosas vão se elevar rapidamente a uma grande perfeição.
9º – Abençoarei a casa em que se achar exposta e for venerada a imagem do meu Coração.
10º – Darei aos sacerdotes o dom de tocar os corações mais endurecidos.
11º – As pessoas que propagarem esta devoção terão seus nomes escritos para sempre no meu Coração e jamais serão apagados.
12º – O amor todo-poderoso do meu Coração concederá a graça da perseverança final a todos os que comungarem na 1ª sexta-feira do mês, por nove meses seguidos.

 

(Por: Pe. Roque Schneider, SJ, 1933-2023)

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