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sexta-feira, 12 de julho de 2024

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Dos contos: Bom dia, com era uma vez!

Certa vez, em um bosque muito distante, havia uma jovem poetisa sonhava grande. Não era uma princesa, mas sim, pequena.

Com todos seus percalços, algo a inquietava, e não se satisfazia quando se acomodava, só pensava em criar, ousava, e por incrível que pareça, duvidava de tal talento, mas continuava.

Criou, então, o “bom dia, com era uma vez”. Não sonhava grande. Para ela, eram apenas contos, contos estes, que traziam aprendizados. Por detrás do faz de conta, havia realidade!!

Vamos lá? Vem conhecer o mundo de verdade! O mundo que talvez seja um faz de conta, mas, dos contos traz realidade.

Bom dia, Cinderelas e príncipes!

Faça do seu faz de conta, realidade, ousadia e poesia. Também, bom dia às fadas madrinhas, àquelas pessoas que iluminam seu dia!

Um toque de amor, ajuste na esperança, olhares para a mudança. Dos farrapos à transformação da fantasia realista.

1.2.3… Hoje é com os três porquinhos do era uma vez!

O porquinho apressado, construiu mal feitamente.

O porquinho prevenido, construiu mais ou menos.

O porquinho prudente, construiu firmemente!

Com pressa nada se vai, nada se flui, tudo se perde, nada se constrói, tudo destrói!

Donzelas e cavalheiros, agora é com vocês!

Pincele sua vida com novas cores, novos amores, novas oportunidades. Folheie novas páginas e escreva uma nova história. Agora é com você!

Você quem me diz:

Se será um talvez?

Eu não sei se farei, só sei que, se ousar a criar, não ouse duvidar. Será criativa só a poetisa, ou virá comigo dessa vez?

Do faz de conta ao pedagógico, pode-se fazer lógico o “era uma vez”. Dos contos de fadas à realidade, ao aprendizado, à lição moral, que a história termina não com o fim, mas com “era uma vez”.

Fim?

Somos escritores, protagonistas de nossas próprias histórias, portanto, não se inquiete, não se acomode, crie!

Natália Macedo; professora e escritora.

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