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Doce de Leite
Bom dia, Barretos!
Dia atrás, numa reunião de amigos, ouvi da sala ao lado, onde as mulheres estavam reunidas uma discussão, sobre os doces que mais gostavam. Uma salientava sua preferência pelo doce de leite, e discorria sobre suas maravilhas, enquanto outras defendiam o pé de moleque feito com rapadura, outras doce de laranja em caldas, alguns figos ou manjar. Ao reunirmos o grupo todo disse que não podemos escolher o nosso candidato a presidente pelo mesmo raciocínio. Porque eu gosto mais de um ou do outro. Não podemos entregar o destino da nossa pátria, e consequentemente o nosso próprio destino, a alguém apenas porque me encantei com a sua fala, sua postura ou suas promessas. Diferente dos doces, não me interessa se gosto mais de um ou do outro, se um é mais afável e se o outro tem um linguajar mais rude, se um fala o que o povo quer ouvir e o outro o que o povo precisa ouvir. Em verdade o que precisamos saber, são as ideias do candidato e de seu grupo. O malandro me lisonjeia, me agrada e depois me afana, ou seja, me rouba. Eu preciso saber se o candidato age assim ou não. Se ele fala em democracia, mas ao assumir vai pratica-la ou segue a linha da esquerda, perseguindo religiosos, afugentando capitais, deteriorando as condições de vida como estamos vendo na Argentina e antes já tínhamos visto em Cuba, na Venezuela, na Nicarágua e agora mais recentemente no Chile. Palavras e ações têm que vir casadas, coerentes para que possamos julgar conscientemente. Onde a esquerda já se instalou definitivamente o estado foi aparelhado, o ensino enquadrado nas teorias marxistas. A liberdade tão decantada em campanha desaparece nas ações, e a pregação de unificar toda América do Sul num grande polo comunista, e que escondem do povo antes das eleições, explode em uma triste realidade após a posse. Falam muito em defesa do trabalhador, mas como é tratado o trabalhador na China, com salários ultrajantes que levou as grandes empresas do ocidente migrar para lá pelo trabalho quase escravo do regime comunista. Como está o trabalhador em Cuba, na Venezuela, ou em nossa vizinha Argentina. Será que não estamos enxergando ou não querendo enxergar por termos sido envenenados por uma imprensa possessa por ter perdido as mamatas governamentais, ou estamos sendo iludidos pela estratégia comunista de ficar repetindo mentiras, plantando duvidas até chegar ao poder, quando a máscara cai e o povo se arrepende do erro cometido, mas aí a vaca já terá ido para o brejo. Pense nisso meus irmãos enquanto ainda é tempo, porque se errarmos na hora de votar o doce de leite pode perder o sabor e ser um fel em nossas vidas.
Bom dia, Barretos.