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sábado, 18 de maio de 2024

Artigos

DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

Bom dia, Barretos!
Continuando a ler o livro dos espíritos, parei diante de um tema, que é tabu para nós encarnados, a doação de órgãos.
O livro questiona se o doador sentirá a retirada dos órgãos, e responde: Não, a caridade é tão grande que o amor supera a dor.
A doação de órgãos é um dos gestos mais puros, belos e sublime de amor. É a utilização plena dos exemplos de Cristo.
Além disso, a doação de parte da matéria, perecível e inútil para o desencarnado, pois a retirada dos órgãos só se dará após esgotarem todos os procedimentos conhecidos para a reversão do quadro, dará a oportunidade para outros irmãos prolongarem suas vidas ou melhorarem a qualidade delas.
É um exemplo de prova de fé fazer com que um pedaço do corpo que lhe foi concedido possa servir para sustentar o corpo de irmãos, muitas vezes, desconhecidos, por mais tempo de vida.
Isso provoca alegria em todos os bons espíritos e garante saltos evolutivos consideráveis, auxiliando no próprio desprendimento material e aumentando o foco naquilo que realmente importa – a evolução espiritual.
Esse gesto de amor não passará despercebido em vossa trajetória; dai a um irmão aquilo que não utilizais mais, pois o que é do corpo material jamais vos fará falta por teres realizado esse lindo gesto de amor.
Portanto nada justifica a dificuldade que temos em nos posicionarmos como doadores de órgãos, que só ocorrerá após a constatação da morte cerebral. Hoje poderemos estar doando um órgão para um irmão desconhecido, como amanhã poderemos estar na fila de transplante esperando um órgão de um irmão desconhecido para salvar a nossa vida.
É uma prova de amor e também de inteligência, pois se não doarmos nossa córnea, nossos rins, nosso fígado e nosso coração, os mesmos retornarão ao pó, e não servirão a nós e a ninguém.
Vamos, pois intensificar a campanha “Doe um órgão” para nosso conforto espiritual ajudar o nosso próximo e nos aproximarmos mais do Criador.
Bom dia, Barretos.

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