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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Artigos

Diocese celebra o 23º Grito dos Excluídos no dia 07 de setembro

A Comissão Diocesana "Igreja a serviço da vida plena para todos" e a Comissão "Fé e Cidadania" da Diocese de Barretos convidam a todos os fiéis para participarem no próximo dia 07 de setembro, das 9h às 12h, do "Grito dos Excluídos". O evento está previsto pelo 3º Plano Diocesano de Pastoral, cujo objetivo é "expressar nosso anseio por justiça e paz para o nosso país".

A concentração irá acontecer às 9h, na Praça 09 de julho, ao lado do Terminal de Integração (em frente ao Recinto Paulo de Lima Correa) e seguirá uma passeata até a Praça Francisco Barreto, por volta do meio-dia. Durante o trajeto serão realizadas algumas paradas para momentos de reflexão.

Com o tema "Por Direitos e Democracia a luta é todo dia", e o lema: "A vida em primeiro lugar", o evento quer unir todos aqueles que no Dia da Pátria desejam expressar o seu "grito" em favor da vida e da esperança. "Se ficarmos quietos é como se a gente concordasse com tudo", disse a assessora diocesana da Comissão "Igreja a serviço da vida plena para todos".

São muitos os desafios que exigem, hoje, a mobilização dos brasileiros: as reformas trabalhista e previdenciária, o congelamento de investimentos por 20 anos na saúde, na educação, seguridade, saneamento e a terceirização. "Aparentemente parecem ser medidas urgentes, quando, na verdade, não se toca na questão da dívida pública (interna e externa) que consome 45% do nosso dinheiro para pagar juros e amortizações aos especuladores. Enquanto ‘Igreja que caminha’ queremos manifestar, nesse dia, a nossa esperança, fiéis ao que o Papa Francisco sempre nos repete: ‘Não deixem que lhes roubem a esperança!’", diz a nota assinada pelas comissões e enviada às paróquias da diocese.

Segundo o bispo diocesano, Dom Milton Kenan Júnior, o Grito dos Excluídos "é uma demonstração de fé de anúncio e denúncia". A proposta do Grito surgiu no Brasil no ano de 1994 e o 1º Grito dos Excluídos foi realizado em setembro de 1995, com o objetivo de aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade do mesmo ano, que tinha como lema "Eras tu, Senhor", e responder aos desafios levantados na 2ª Semana Social Brasileira, cujo tema era "Brasil, alternativas e protagonistas". Em 1999 o Grito rompeu fronteiras e estendeu-se para as Américas.

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