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terça-feira, 16 de abril de 2024

Artigos

DIA DA Pátria

Bom dia, Barretos!
Sete de setembro, dia da pátria, dia de comemorarmos nossa independência, quando devemos expressar nossa gratidão a Deus, por termos nascido neste glorioso torrão brasileiro. Mas, este sete de setembro, de 2.023, será diferente porque está a nos deixar um gosto amargo na boca, pois nossa independência, a independência do cidadão brasileiro, vem sendo ameaçada pela mordaça que vêm sendo impostas às nossas falas e ao nosso direito de expressarmos nossos pensamentos. Sim, vamos comemorar a nossa independência com nítida restrição de nossos direitos, e da livre manifestação espontânea de nosso povo. Ou se aplaude o governo e concorda com tudo, ou se aciona a Polícia Federal para calar as vozes discordantes. Nos deixa um gosto amargo na boca quando vemos uma tentativa permanente de desestruturar a família, pilar central de qualquer sociedade organizada. Gosto amargo na boca, quando vemos manobras para liberar a maconha, entre tantas outras drogas. De trabalhar pela legalização do aborto, que não deixa de ser um crime hediondo, quando se tira o direito à vida, de um ser inocente, inofensivo, ainda em formação, e que ninguém poderá prever se não estaremos tirando a vida de um futuro cientista, ou de um futuro chefe de estado, que estaria vindo ao mundo para nos ajudar a transformar o país, e quem sabe o próprio mundo, num lugar mais justo, mais fraterno e igualitário. Comemorar o que? A liberação pela justiça de drogas apreendidas, de aviões que transportavam drogas, de criminosos soltos, do crime organizado agindo à luz do dia muitas vezes nos tornando prisioneiros dentro de nossas próprias casas. Comemorar a proibição de uma agente de turismo, de entrar acompanhando seu grupo turístico em Brasília, por estar usando uma camiseta, lembrando a nossa bandeira. Comemorar o que? A implantação de banheiros unissex, deturpando a formação de nossas crianças nas escolas, ou o aparelhamento de nossas universidades federais, fazendo uma verdadeira lavagem cerebral nos nossos jovens. Com empresas condenadas na “Lava Jato” voltando à cena do crime, pedindo dinheiro para obras no continente africano, nos fazendo lembrar da farra com dinheiro público, cujos empréstimos, aos países beneficiados, não foram saldados. Não, nossa comemoração este ano será de uma prece clamando ao senhor Deus, que se apiede de nosso Brasil e descortine uma nova era de paz, amor, progresso e respeito mútuo.
Bom dia, Barretos.

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