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quinta-feira, 23 de maio de 2024

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Deus exaltou Jesus acima de todas as coisas

A “direita do Pai” é a glória divina em que se encontram, desde toda a eternidade, o Filho e o Espírito Santo que não são senão um com o Pai na Santíssima Trindade. Enquanto Deus, o Filho nunca deixou essa glória, mas, pela sua encarnação no seio da Virgem, assumiu uma humanidade como a nossa, a fim de viver em nós e como nós. Ressuscitado dos mortos, Jesus encontra-se, então, na glória do Pai, não só com a sua divindade, mas também com a sua humanidade, o seu próprio corpo, inclusive com as chagas da cruz.

Deste modo, o Pai constitui o seu Filho Senhor de toda a criação. Numa das primeiras profissões de fé, os cristãos proclamam: “Ele é o Senhor, maior e mais poderoso que todos os senhores do mundo”. Esta confissão constitui uma afirmação essencial da nossa fé. Assim se cumpre em plenitude a palavra de Deus, dirigida ao rei num salmo: “Senta-te à minha direita, até que eu ponha teus inimigos como escabelo de teus pés” (Sl 110,1); São Paulo explica-nos que o último inimigo é a morte (1Cor 15,26).

O Catecismo da Igreja Católica diz: “O corpo de Cristo foi glorificado desde o instante de sua Ressurreição, como provam as propriedades novas e sobrenaturais que desfruta, a partir de agora, seu corpo em caráter permanente. Mas, durante o tempo em que vai comer e beber familiarmente com seus discípulos e instruí-los sobre o Reino, sua glória permanece ainda vela sob os traços de uma humanidade Comum” (CIC 659).

“Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Filipenses 2,11)

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