terça-feira, 01 de dezembro de 2020

Artigos

CULTURA DO MEDO

Bom Dia Barretos.

Estamos assistindo uma escalada do medo coletivo, patrocinada especialmente pelos meios de comunicação. A cada notícia, a cada manchete vemos escancarados os números de mortes. Se compararmos o número de curados, hoje em torno de 1.844.051 e o número de mortos hoje 92.475, vamos perceber que a grande e esmagadora maioria dos acometidos pela Covid se curaram.
Apesar dos acidentes, e muitos fatais nas rodovias, ninguém deixou de andar de carro e ônibus pelas nossas estradas. Apesar dos acidentes de trânsito e os atropelamentos, ninguém deixou de atravessar às ruas diariamente. Frequentemente, tomamos conhecimento de acidentes aéreos e nem por isso deixamos de andar de avião. Porque então deixar de viver só porque estamos atravessando uma epidemia.
Claro devemos evitar aglomerações, tomar os cuidados normais, mas deixar de visitar os pais e avós só por causa da epidemia é desumano.
E lá se vão quatro meses de isolamento social e até familiar e o quadro persiste. A humanidade já atravessou várias epidemias e vai ultrapassar mais uma, só que é desumano impedir que os netos abracem seus avós e que os filhos deixem de abraçar seus pais. A perturbação espiritual que essas atitudes causam nos idosos é pior que as consequências da doença.
Viver consiste em, início, meio e fim, ou seja, nascer, viver e morrer. Vamos cultivar a esperança, o amor, a fraternidade, e deixar o início e o fim da vida aos cuidados do Criador.
Temos vivido enclausurados pelo medo, quase um pavor de se contaminar, sem perceber que estamos nos isolando e deixando de viver a vida que DEUS nos deu. Fica nosso alerta.

Bom Dia Barretos.

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