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Campanha termina: muito clara a diferença e o que é preciso
É chegada a hora.
Por maior polarização que exista, nunca foi tão fácil de separar o joio do trigo. Fica até maçante reproduzir novamente o significado de um polo e o de outro, por conta das respectivas qualidades e vícios.
Chega a irritar toda a nação, a postura protecionista de entes que deveriam ser neutros, imparciais e mantenedores do equilíbrio social, como é o caso do sistema jurídico brasileiro, combalido pela conduta viciosa e viciada pela qual optou.
Cada dia é um exemplo (ou um fato novo) que enerva o cidadão brasileiro de bem, juntando-se a outros, que precisarão “ser consertados” logo após as eleições, ganhe um ou ganhe outro candidato. Se instrumento Constitucional para isso existe, certamente o País não poderá ficar a mercê dos absurdos trazidos para essa eleição.
Fatos ridículos recentes, são as declarações de votos de dois ex ministros do STF que, se alguma coisa fizeram de bom enquanto ativos, acabam por jogar tais méritos na latrina, por conta de contradições, incoerências ora assumidas, além da grotescas posturas de optarem por um lado totalmente condenado pela história que eles mesmos ajudaram a macular.
E se imaginam que ajudaram determinada parte ou facção, tenham os 2 a certeza de que muito contribuíram para indecisos definirem-se pelo que é digno, patriótico, ético e típico de grandes civilizações. Estranho tomarem partido pela corrupção indisfarçável…
No decorrer dessa campanha muito se discutiu, com “arrepios e gritaria” de maus representantes de instituições, sobre a providência de ter sido incluída na mais alta Carta de Leis do Brasil, a Constituição Federal, regra disponível para se colocar as coisas no devido lugar. Felizmente ela se encontra ali. Útil e utilizável a qualquer instante. Se estão “rasgando” a Constituição, o tal dispositivo continua disponível.
“A coisa passou (demais) da hora….” é a expressão mais sentida, meditada e reservadamente dita pela grande parte da população brasileira. Esse é o sentimento coletivo mais presente por quem carrega uma boa formação pessoal e familiar, cada vez mais ausentes, porém, muito necessárias para o avanço de nosso Brasil.
Objetivamente, não há como se enganar diante de um lado vergonhoso, vexatório, esvaziado pela repulsa (presencial ou virtual), com discursos ridículos maquiados por uma engrenagem de falsas notícias: desde pesquisas compradas até efeitos de marketing (mal) fabricados por um jornalismo parcial, militante e desmoralizado.
Doutro lado, sem qualquer paixão pela pessoalidade, é incontestável o reconhecimento já conquistado e conseguido, com características de arrojo, coragem, transparência, honestidade, coroado pela feliz equipe que soube montar para colocar o Brasil na posição atual em que se encontra.
Se a crítica é pela falta de cavalheirismo (e outras “cositas” mais), no fundo é o arrependimento pela chance perdida em 16 anos do PT de alavancar a Pátria, ao contrário, roubando as suas riquezas. Daí: querer de novo, sem ter a coragem de ir de encontro ao dono efetivo do Poder, a grande população?! É querer demais…
Enfim, se Deus é pelo Brasil, a sua voz deverá aparecer em urnas verdadeiras. Paulistas terão rumo certo com Jair Bolsonaro, Tarcísio e Marcos Pontes.
“Alea jacta est”…
Dr. Fauze Jose Daher
Médico/Cirurgião
Advogado