Ir para o conteúdo

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Artigos

Bonner: a que ponto chegou envergonhando o Jornalismo e à decadente Rede Globo

O momento é de posicionamentos políticos, necessários até para a afirmação do amadurecimento político do cidadão brasileiro.
Mas, exatamente por essas linhas, devo adiar minhas opções na busca dos candidatos nas vagas a serem preenchidas, embora já com definição muito clara. Acabo de assistir a entrevista do candidato Bolsonaro pela Globo.
Jamais imaginaria que o jornalismo brasileiro pudesse atingir nível de baixeza por uma dupla de âncoras, como Bonner e Renata, num verdadeiro festival de cinismo, arrogância, falta de respeito, grossura além de expressões asquerosas usadas pelo casal, numa rede de TV que já foi grande.
Após 4 anos sem sintonizar a TV Globo….foi assustador assistir 40 minutos de péssimo exemplo de prática jornalística que, certamente, envergonha o Jornalismo, como um todo, numa horrível fase de péssimos profissionais dessa área espalhados por nosso querido Brasil.
Pensar que nossa querida e vizinha Terra Roxa pudesse continuar se orgulhando de um filho seu, de família patrícia (árabe) tradicional dos Bonemer, premiada por um médico conceituado da cidade, cujo filho, para descer da arrogância demonstrada, necessita passar algumas férias na pacata cidade dotada de exemplares cidadãos.
Nenhum Presidente da República pode ser desrespeitado como foi o candidato entrevistado, em afrontosa agressão, não ao cidadão Jair Bolsonaro, mas ao próprio cargo, cuja liturgia sempre há de ser respeitada.
Que vergonha. Que escancarada demonstração de parcialidade, ativismo político, indevido e somado à indisfarçada expressão de ódio na face da Sra. âncora, claramente mandada cumprir papel num momento que não cabe teatro.
Diante da infeliz postura, frente ao primeiro entrevistado, já se pode prever o nível da condução das demais entrevistas, presumindo-se um total descrédito até para quem “torce para o mesmo lado”.
Derrota? Sim…de um jornalismo cada dia mais inculto, despreparado, amador e amante de militância com posições parcimoniosas.
Aproveitando, registra-se elevada proporção de jornalistas com péssimos formatos de dicção, com sotaques regionais exagerados, ortofonia desajustada, incapacidade de concisões quando necessárias, tornando-se um desalento para as audiências.
Acabou sendo uma boa oportunidade para o candidato entrevistado, nesse caso, surpreendente e inteligentemente sábio ao diagnosticar o ódio (do início ao fim) temperado com cinismo e arrogância que puderam favorecer uma “tirada de proveitos” e seus objetivos políticos.
Por fim, agradeça-se existir um montante de bons jornalistas possíveis de serem assistidos e dignos da profissão. Mas, não está fácil…

 

Dr. Fauze José Daher
Médico e Advogado

Compartilhe: