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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

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Bom dia, Vossas Senhorias!

Até quando? Alguém perguntará sempre. Até quando a irresponsabilidade cantará nas ruas e praças como se fosse brincadeira de criança? São detalhes que passam despercebidos. Um pouco de piada aqui, negligência ali, mistura tudo com os desajustes familiares e se tem como resultado desta equação um coeficiente negativo.
Daí se explica matematicamente “Quando uma potência possui expoente negativo, a propriedade usada para calculá-la é a seguinte: Essa propriedade geralmente é lida da seguinte maneira: quando uma potência possui expoente negativo, inverta sua base e também o sinal do expoente. “ (Fonte: Wikipédia).
É a inversão da base que produz um resultado positivo.
Na matemática parece fácil, mas se tratando de seres humanos, equalizando os dados difusos do sistema em que se baseiam as formações sociais, chega-se ao grande e reversível problema: a inversão da base.
Quem falha é a base. Quando a família não consegue ser a base, porque não pode ou não quer, o que se tem é uma equação que não satisfaz.
E novamente se pergunta: O que se tem feito para que a inversão da base traga um coeficiente positivo?
Não vejo muita eficiência em trazer conhecimento sem ter ao lado uma cobrança efetiva.
O que justifica tanta ociosidade a ponto de gerar situações catastróficas?
Aquele ou aquela que encontra tempo e dinheiro para elaborar o mal, poderia estar usando os mesmos princípios para fazer o bem.
Lembro-me agora, de uma velha cantiga de rua que dizia assim: Que ofício dará a ele ou ela? (mando tiro ou tiro-lá).
E então se trata de dizer e perguntar as vossas Senhorias que ofício se dará?!?
Depois, então teremos motivos para dizer-lhes “Bom dia, Vossas Senhorias”, pois isto já nos agradará e o bem triunfará.
Guardadas serão as bombas e o cerol para sempre!
Surgirão no cenário profissionais contentes que contribuirão para o contexto em que vivem não sendo deixados à própria sorte como um barco à deriva.
Aos capitães cabe dar uma direção a essas naus conduzindo-as a um Porto seguro.

 

Rita de Cássia Minuncio
Professora e Psicopedagoga

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