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terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

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AS TESTEMUNHAS DA TRANSFIGURAÇÃO

Os apóstolos Pedro, Tiago e João carregavam um segredo muito precioso. O próprio Jesus havia recomendado: “Não conteis a ninguém esta visão, até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos”. Era algo grandioso, que os enchia de emoção. Uma experiência tão profunda, que eles não saberiam contar. Nem os outros acreditariam em suas narrativas.
Sim, eles tinham visto o Mestre sob nova roupagem, resplendente. Contemplaram seu rosto irradiando um brilho quase ofuscante. Parecia não ser Jesus, mas era ele mesmo. Tinham subido juntos ao monte.
Depois desta visão, tudo voltava à normalidade. Jesus estava ali com eles, como que os despertando de um profundo sono, convidando-os a voltar à realidade do cotidiano.
Eles acabavam de ter uma amostra do céu, mas ainda estavam na terra, tinham tarefas a cumprir, longo e dificultoso caminho a percorrer. O Pai celeste transfigurou seu Filho amado, dando aos discípulos um aperitivo do que viria a ser o Cristo ressuscitado.
Após a ressurreição do Mestre, então, sim, os três discípulos estavam aptos a interpretar, de modo correto, o episódio da transfiguração. Porque Jesus ressuscitado era glorioso, brilhante, transparente, leve, na verdade sem peso nenhum. Nesse caso, os três teriam a linguagem adequada, a comparação oportuna para falar de algo sobrenatural. Suas narrativas mereceriam credibilidade. Eles não seriam desdenhados como pessoas que inventavam lorotas ou narravam coisas descabidas.

 

 

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