quarta-feira, 25 de novembro de 2020

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Amamentação: o grande primeiro cuidado com a saúde do bebê depois da gestação

Estamos em agosto ou Agosto Dourado, para entrarmos em nosso tema de hoje, que é o aleitamento materno, ato que ganhou um mês inteiro como incentivo e forma de informação sobre os benefícios que a amamentação traz para a mamãe e o bebê.
Além do vínculo único para às duas partes desta relação, o leite materno é a melhor nutrição que o bebê pode ter em seus primeiros dias de vida. O leite materno é um alimento tão perfeito, que ele passa por mudanças de acordo com cada ciclo, oferecendo o que a criança precisa a cada momento. Logo após o parto, o leite materno é chamado de colostro e tem mais proteína e menos gordura, fortalecendo assim as defesas do bebê até o ciclo de vacinas comece a fazer todo o efeito necessário. Depois de 15 dias o leite materno passa a ser mais equilibrado, gorduroso e perfeito para as necessidades da criança deste momento em diante.

• Rachaduras no bico dos seios pode indicar que a forma como o bebê pega o peito pode melhorar. Tente passar o leite no local e se não melhorar, procure auxílio médico

• As mamães que tomam medicamentos para doenças crônicas geralmente podem amamentar, mas o médico é quem deve certificar caso a caso

• Inclua o papai neste ato. Mesmo sendo um momento entre a mamãe e o bebê, se puder, peça ajuda ao pai e o coloque neste cenário

• A alimentação da mãe é muito importante neste período, pois ela refletirá na saúde do bebê. O ideal é buscar um nutricionista, beber muita água, evitar alimentos industrializados e fazer várias refeições por dia

Corra dos mitos e busque informações de qualidade. Algumas falas populares são completamente falsas, como:

Existe leite fraco

Mulheres que operaram os seios não podem amamentar

Mamas pequenas não produzem leite suficiente

Leite congelado por até 15 dias não tem os mesmos nutrientes

Se a mulher não tiver leite o bebê deve mamar em outra mulher

Entre outras…

O bebê não precisa de qualquer outro alimento até os seis meses

Existem poucas situações que podem restringir a amamentação (citamos neste quadro), mas qualquer decisão neste sentido deve estar de acordo com as indicações do médico de confiança
• HIV
• HTLV
• Uso de drogas
• Vacinação de febre amarela (para lactantes com
bebês de menos de seis meses – Durante 10 dias)
• Galactosemia

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