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terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

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AINDA DÁ TEMPO

É mesmo depois de uma certa idade, principalmente quando entramos na fase adulta – e é uma fase que tem margem de erro de sei lá quantos anos para mais ou para menos – que passamos a ter momentos em que parecem os anos estejam avançando cada vez mais rápido. Sim, porque enquanto atravessamos a infância, a adolescência e mais alguns anos de juventude, não estamos nem aí, a impressão é que a vida é interminável. Mas de repente sentimos os 30, os 40… festejamos um ano novo e não demora nada e chegamos ao Natal.
Dizem que a humanidade – pelo menos considerando o Homo Sapiens, segundo cientistas – está aqui no “ex-paraíso terrestre” há uns 300 mil anos. E há cientistas que afirmam que umas 200 bilhões de pessoas já se sucederam no planeta desde então. A maioria teve uma média de vida em torno de 40 anos. Só de meados do século passado em diante que essa média subiu bastante, até os patamares desse terceiro milênio.
E aí vem a mais absoluta das certezas: ficamos muito pouco tempo aqui. Como passa rápido, como é curta a existência de qualquer pessoa, mesmo que ultrapasse um pouquinho os 100 anos de idade!
Milhares de filósofos e intelectuais, profissionais ou amadores, já refletiram e ainda refletem sobre o sentido da existência humana. E quantos deles, com seus cérebros tão nanoscopicamente limitados por um estratosférico Orgulho, foram incapazes de descobrir e crer no óbvio: a imortalidade do Ser Humano. Porque, para isso, é preciso confiar e acreditar em Deus, aumentar seu conhecimento a respeito dele e de seu misterioso projeto de amor para salvar a cada um. Para a maioria, isso já é exigir demais!
Muitos até creem n´Ele, e são obrigados a admitir a diferença entre o Ser Humano e as demais criaturas vertebradas ou invertebradas, por seus atributos de Razão e Liberdade, o que o faz à semelhança do próprio Deus. Isso até o dignifica. Mas aceitar que o próprio Deus possa ter sido um homem, que aqui viveu há uns dois mil anos, e agora está de novo no trono divino, na glória celestial… ah… ah… isso não!
Que lastimável tanta gente ainda rejeitar esse projeto de amor, e viver de acordo com seus caprichos, se achando deuses para si mesmos.
AINDA DÁ TEMPO: sim, qualquer pessoa sempre tem a possibilidade de humildemente aceitar Jesus Cristo como seu único Salvador. Só enquanto ainda estiver por aqui.

 

 

(Por: Diácono Lombardi)

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