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quarta-feira, 04 de agosto de 2021

Artigos

Acreditem

Bom Dia, Barretos.
Acompanhando a evolução dos casos de Covid, internados no Hospital São Jorge, chamou-me a atenção a diferença da evolução da doença, entre aqueles que demonstravam fé de que tudo iria se resolver bem, que iriam se curar e aqueles que, apavoradamente diziam que temiam pela vida e que estavam com muito medo de morrer. Uns tinham a imunidade espiritual alta e então, como que a doença esbarrava na muralha da fé, não encontrando campo para progredir. Chamem a isso, fé, determinação ou presença de uma força espiritual, a dar sustentação ao corpo material, permitindo-lhe vencer a moléstia. Para os que creem é a resposta de um Deus amoroso, respondendo aos anseios de seus filhos; para os que não creem é fruto de uma força interior. Perguntaria então: o que leva uns a terem tal força enquanto outros fraquejam no primeiro contratempo? O que alimentaria tal procedimento? Lamento contrariar aqueles que não creem, mas fica patente a presença de Deus em nossas vidas e podemos constatar isso em todos os momentos, bastando para tal, que queiramos enxergar. Como explicar a cura de quem já estava desenganado, após sucessivas paradas cardíacas e reanimações prolongadas, ou a morte de alguém que recuperado estava de alta para casa, sofrer uma embolia fatal ou uma parada cardíaca irreversível. Tem algumas coisas que só a ciência não explica. Aí entra a fé que uns esbanjam e a tudo superam, enquanto outros fraquejam sufocados pelo medo, angústia e pensamentos negativos, se descontrolando diante do menor contratempo. Uns demonstram plena confiança em sua recuperação, que só a fé pode conceder. Não, não importa qual a sua religião, o Deus é um só, que não descrimina ninguém e nada nos pede, a não ser que nos amemos e nos respeitemos mutuamente. Se a pandemia nos fez pensar no rumo de nossa existência, nos permitiu fazer um balanço de nosso comportamento, e nos balizou os caminhos a serem percorridos, conseguimos fazer do limão uma limonada, caso contrário perdemos uma grande oportunidade de evoluirmos espiritualmente. A pandemia vai sendo gradativamente amainada, logo mais não será pandemia nem epidemia, e sim uma simples endemia, mas ainda temos tempo para que façamos uma introspecção e repensemos a nossa caminhada terrena. Pense nisso e tenham um feliz final de semana.
Bom Dia, Barretos.

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